arquivo 2018 – out / nov / dez

Visita-Oficina para Famílias

Sábado, 24 novembro, 11 – 13

As Visitas-Oficina são visitas às exposições que desenvolvem pequenas propostas práticas relacionadas com as exposições. São dedicadas a todos os interessados, adultos ou crianças acompanhadas pelos pais, avós ou tios. Todos serão bem-vindos nesta experiência! No dia 24 de Novembro pelas 11h, a exposição de Eduardo Brito “Coisas Tão Diferentes Agora”, será o objecto de exploração.

Inscrições: geral@centroaaa.org

Limite de 25 pessoas
Evento gratuito

ShortCutz Guimarães | CAAA

7 Novembro 22h

O Shortcutz Guimarães | CAAA  é uma sessão especial de mostra de curtas-metragens, organizada em parceria com o CAAA Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitectura. Esta sessão, a realizar-se tem como foco especial o trabalho da Bando à Parte, produtora de cinema vimaranense. Entre outras curtas produzidas por esta entidade,  será exibida a curta-metragem ‘Declive’ de Eduardo Brito, realizador/fotógrafo, cujo trabalho terá também uma exposição dedicada neste centro.

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November 7th, 10pm

Shortcutz Guimarães | CAAA is a special short film screening session, organized in partnership with the Center for Art and Architecture Affairs. This session, to be held on 7th of November, at 10 pm, is dedicated to the work of Bando à Parte, film production company based in Guimarães. Among other shorts produced by this entity, it will be screened the short film Declive directed by Eduardo Brito, film director / photographer, whose work will also have a dedicated exhibition in this center. 

FILIcidade: escritos sobre a cidade, do Arq. Filipe Fontes

4 Outubro, 21:00h

Lançamento do livro FILIcidade: escritos sobre a cidade, do Arq. Filipe Fontes

Apresentado por Álvaro Domingues

 

Charles Morris

Charlie Morris apresenta pela primeira vez no CAAA, uma proposta que tem origem numa pesquisa realizada anteriormente, no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, mais especificamente na Galeria de Zoologia desse museu. Partindo desta pesquisa, e com vista a estudar outras instituições museológicas em Guimarães, Morris estará em residência artística no CAAA com vista a desenvolver o corpo de trabalho a apresentar.

Esta exposição de media mista, reúne grupos de objectos encontrados pelo artista,  impressões efémeras, vídeos e fotografias.
O resultado será apresentado a 2 de Novembro.

Sobre o artista: charliemorrisart.com

 

Com o apoio:

 

 

Mucho Flow

6 Outubro, 15h – 2h

A 6ª edição do Mucho Flow volta a instalar-se no CAAA em Guimarães para um dia de concertos de selecção ecléctica que, do hip hop, o rock, da electrónica ao free jazz, promove a descoberta, a diversidade e a modernidade.

Os bilhetes custam 10€ e estão disponíveis em Guimarães no CAAA, Salado Bar,  Oub’Lá, e online em http://bit.ly/mucho-flow-2018

Nomes confirmados:
GAIKA
MOURN
FIRE!
BLACK MIDI
SKY H1
NÍDIA
HILARY WOODS
VAIAPRAIA E AS RAINHAS DO BAILE
HUGGS
DJ LYNCE

Organização: Revolve
Apoio: Câmara Municipal de Guimarães, Super Bock
Imprensa: saracunha@rvlv.net

Imagens que contam Histórias, Oficina Criativa

Oficina criativa IMAGENS QUE CONTAM HISTÓRIAS por Juliana Sá e Tânia Dinis
20 e 21 de Outubro das 10h às 13h

Nesta oficina, vais trabalhar com imagens de família, com dispositivos associados ao universo afectivo familiar. Vais explorar vários materiais e técnicas para a apropriação deste material, que através da montagem, implementando colagens, uso da palavra, e objectos, vais construir a tua história e a tua imagem.

 

 

Máximo 15 participantes
Idades entre 6/12 anos
Gratuito

Inscrições: geral@centroaaa.org

Temporárias, de Tânia Dinis

TEMPORÁRIAS

18 e 19 de Outubro às 21h30
20 de Outubro às 18h

Temporárias tem como processo de trabalho a correspondência de imagens de família, pessoais ou anónimas, entre as três artistas e manipuladas através da montagem.
Uma criação na busca constante das múltiplas leituras que uma imagem pode ter e o que podem esconder. A impressão de momentos esquecidos num tempo distante. Um tempo que passa e um tempo que não passa, em memórias que se expandem no espaço, mas prontas para emergirem do esquecimento, permitindo a construção de uma possível história, ou a história que queremos ver.

 

Entrada 3€

Criação de Tânia Dinis
Co-criação de Ana Villanueva (ARG) e Maria Antónia Mion (BR)
Pesquisa e interpretação de Tânia Dinis, Ana Villanueva e Maria Antónia Mion
Produção da Associação Cultural – Tenda de Saias

Apoio artístico de Jorge Quintela, Paulo da Mata e Tales Frey
Duração: 40 minutos
Maiores 12 anos

 

OFICINA

IMAGENS QUE CONTAM HISTÓRIAS por Juliana Sá e Tânia Dinis

20 e 21 de Outubro das 10h às 13h
Máximo 15 participantes
Idades entre 6/12 anos

Oficina Gratuita

 

CV
Tânia Dinis 1983, natural de Vila Nova de Famalicão, residente no Porto.
Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas pela FBAUP, 2015. Licenciatura em Estudos Teatrais, Ramo-Interpretação pela ESMAE, 2006. Em 2013, realiza a sua primeira curta-metragem, Não são favas, são feijocas, onde foi premiada em vários festivais de cinema, tais como: Dresdner Schmalfilmtage, Onion City Experimental Film and Video Festival, Festival OLHARES DO MEDITERRÂNEO e Curta 8 – Festival Internacional de Super 8 de Curitiba, Brasil.  Realizou também, Arco da Velha em 2015, com dois prémios nos festivais Super Off e Curta 8, Brasil, dedicado ao Super 8, vídeo-instalação Linha em 2016 e Teresa. Em 2017 estreou LAURA na Competição Experimental do 25º Curtas Vila do Conde, recebeu prémio de melhor curta metragem no Arquivo em Cartaz – Festival Internacional de Cinema de Arquivo – Brasil, e Menção Honrosa do Júri no super festival Festival de Cinema Luso Brasileiro e  Armindo e a Câmara Escura, em co-produção com o Observatório de Cinema – Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão,  estreia no Novíssimos do 15º IndieLisboa International Film Festival, filmes que continuam em circulação por vários festivais de cinema.
Dirigiu a 2ª parte do espectáculo ÁLBUM DE FAMÍLIA, ( 1º parte de Isabel Costa ) a partir do espólio de fotografias de família d’A Muralha – Associação de Guimarães – Teatro Oficina – Festivais Gil Vicente 2017, e em constante desenvolvimento, o projecto de criação IMAGINÁRIO FAMILIAR – ARQUIVO DE FAMÍLIA, onde surgiram as criações CURVA ASCENDENTE ( 2013 ) e ROTA ( pequena história de uma família ) ( 2015… ) TEMPORÁRIA ( 2017/18 ). O seu trabalho atravessa diversas perspectivas e campos artísticos, como o da fotografia, o da performance, o do cinema e o da estética relacional, tendo nos últimos anos trabalhado a partir de imagens de arquivo de família, pessoais ou anónimas, recorrendo também, a outros registos de imagem real, FEMALE ( 2012 ), MONO-LOGO (  2015 ) um trabalho de pesquisa em torno do tempo-imagem-memória-sonho-mulher.
Integrou vários projectos, tais como: 2018 – IMAGINÁRIO FAMILIAR – LINHA DE TEMPO, Museu Júlio Dinis Ovar, AMANHÃ FAREMOS TODOS PARTE DE UMA RECORDAÇÃO na Sputenik the window Porto, 2017 – Seminário Internacional Práticas de Arquivo em Artes Performativas, A Gentil Carioca-Abre Alas Brasil, XIX Bienal de Cerveira , 2016 – CAAA – “Trees Outside the Academy”!, 2015 – EVERYTHING SEEMS FINE FROM UP HERE, Solar – Galeria de Arte Cinemática – Vila do Conde, 2013 – Trabalha-Dores do Cu,  Maus Hábitos – Espaço de Intervenção Cultural – Cia Excessos. Tem colaborado em projectos com curadoria de Eduarda Neves ( 2014 – Algumas razões para uma arte não demissionária, 2015 – CORRESPONDÊNCIAS e HORS- SÉRIE_ 2018),  com a Produtora Bando à Parte e com o CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura.

 

Ana Villanueva
Argentina – Engenheira eletrônica, com orientação de telecomunicações, formado pela Faculdade de Engenharia (FIUBA) da Universidade de Buenos Aires (UBA), fotógrafa e cineasta experimental. Atualmente estuda a Especialização em Línguas Artísticas Combinadas da Universidade Nacional das Artes (UNA).
Participou em várias exposições fotográficas, tanto individuais como coletivas, bem como em projeções relacionadas ao cinema experimental tanto na Argentina como em outros países latino-americanos. Atualmente, está interessada na manipulação de dispositivos analógicos, descartados, para o desenvolvimento de obras e sua significação através de meios eletrônicos. O foco está em questões relacionadas à fragilidade da memória e à finitude da vida.
Lidera uma empresa dedicada ao projeto e implantação de redes de comunicação. Membro ativo da Associação AREA (Associação de cineastas argentinos experimentais), que promove espaços e subsídios para o cinema experimental. Desde 2016, integra uma banda, chamada AURORA, que combina imagens visuais usando projetores Super 8 e slides, juntamente com o som experimental.

 

Maria Mion
Brasil – Artista Visual brasileira, transita entre a fotografia e o cinema, premiada nos principais festivais de cinema super8 do b´Brasil, em 2016 fez parte do júri no festival Curta Oito – Festival Internacional de Super 8. O conjunto de sua obra tarta de questões acerca da memória, apropriação e autoficção. É também barista e anfitriã do evento mundial de palestras Creative Mornings Curitiba.

CONTEXTILE 2018: Entre o Céu e a Terra | Between Heaven and Earth, by Dvora morag

Inauguração | Opening 01.09

até |until 20.10

 

A noção de orgânico existe entre o céu e a terra e é de certa forma o produto da interação entre eles.
Escolhi os sacos de estopa usados para ser a unidade orgânica na construção do meu trabalho.
Estes sacos carregam consigo a relação entre o ser humano e o mundo orgânico, entre o trabalho e o lucro. Eles têm o cheiro do suor da parte oculta do capitalismo.
Dividi o meu trabalho em duas partes.Num espaço podem ver-se os 400 sacos enrolados no chão e onde crescem, entre cada um deles, rebentos verdes. Morte e vida entrelaçadas para marcar o ciclo de vida.
No outro espaço pode ver-se a construção feita de sacos.
É uma homenagem a Antoni Gaudí, o arquiteto catalão que se inspirou nas formas orgânicas para construir a Sagrada Família em Barcelona.
São trabalhos imaginativos que encontram a sua principal inspiração na natureza.
Aqueles que procuram as leis da natureza como suporte para as suas novas obras colaboram com o criador.

The notion organic exist between heaven and earth and in a way is the product of the interaction between them.
I selected the used burlap sacks to be the organic unite to construct my work with.
These sacks carrie with them the relationship between human being and the organic world, between labors and profit. They have the smell of the sweat of the hidden part of Capitalism.
I divided my work into two parts.
In one space you look down to the 400 sacks that are rolled on the floor between each one of them green sprouts are growing. Death and life intertwined to mark lifecycle.
In the other space you look up to the construction build of sacks. It is an homage to Antoni Gaudí the Catalonian architect who was inspired by organic forms to build the Sagrada Familia, in Barcelona. They are imaginative works that find their main inspiration in nature.
Those who look for the laws of Nature as a support for their new works collaborate with the creator.