arquivo 2018 – out / nov / dez

MISSA DO GALO 2018

Dia 29 de Dezembro, 22h

Em 2018 a Elephante MUSIK volta a realizar o certame de Natal mais esperado em Guimarães, pelo quinto ano consecutivo: a Missa do Galo 2018.

No CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, com abertura de portas pelas 22h, a Missa do Galo pretende, como habitual, ser uma festa de Natal abençoada com boa música e que traga a boa nova da música emergente nacional. Na ementa desta pós-ceia há JESUS THE SNAKE, diretamente de Vizela com um um Rock Psicadélico com peso e medida, que promete abrir da melhor forma as hostes. Seguem-se Vas Dost, trio de Fafe que apresentará o seu EP de estreia “Postwaves”, e para fechar os concertos, a banda da casa, Paraguaii que termina, neste concerto, a tour de apresentação do disco, lançado em 2017, “Dream About the Things you Never Do”, no local onde deram o primeiro concerto. Para terminar há ainda DJ Set, pela noite dentro, de The New Party Makers.

A Missa do Galo 2018 tem organização da Elephante MUSIK, Estudio Lobo Mau e CAAA.

Artwork & design: André Pinto

Entrada: 6 hóstias

Visita-Oficina para Famílias 15.12

Sábado, 15 dezembro, 11h – 13h

As Visitas-Oficina são visitas às exposições que desenvolvem pequenas propostas práticas relacionadas com as exposições. São dedicadas a todos os interessados, adultos ou crianças acompanhadas pelos pais, avós ou tios. Todos serão bem-vindos nesta experiência! No dia 15 de dezembro pelas 11h, a exposição de Charlie Morris “From Under Dust”, será o objecto de exploração.

Inscrições: geral@centroaaa.org

Limite de 25 pessoas
Evento gratuito

Visita-Oficina para Famílias

Sábado, 24 novembro, 11 – 13

As Visitas-Oficina são visitas às exposições que desenvolvem pequenas propostas práticas relacionadas com as exposições. São dedicadas a todos os interessados, adultos ou crianças acompanhadas pelos pais, avós ou tios. Todos serão bem-vindos nesta experiência! No dia 24 de Novembro pelas 11h, a exposição de Eduardo Brito “Coisas Tão Diferentes Agora”, será o objecto de exploração.

Inscrições: geral@centroaaa.org

Limite de 25 pessoas
Evento gratuito

EGO #11 Baleia Baleia Baleia + Travo

23 Novembro 22:30

Dose dupla de rock para encerrar o ano de programação do EGO, ciclo promovido pela Capivara Azul – Associação Cultural. Com o rock dançável de Baleia Baleia Baleia e o psicadelismo de Travo. A noite prolonga-se com a escolha musical de Sister Midnight, alter-ego da radialista Sara Pereira, da Rádio Universitária do Minho. Os bilhetes custam três euros e podem ser comprados no local do concerto.

ShortCutz Guimarães | CAAA

7 Novembro 22h

O Shortcutz Guimarães | CAAA  é uma sessão especial de mostra de curtas-metragens, organizada em parceria com o CAAA Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitectura. Esta sessão, a realizar-se tem como foco especial o trabalho da Bando à Parte, produtora de cinema vimaranense. Entre outras curtas produzidas por esta entidade,  será exibida a curta-metragem ‘Declive’ de Eduardo Brito, realizador/fotógrafo, cujo trabalho terá também uma exposição dedicada neste centro.

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November 7th, 10pm

Shortcutz Guimarães | CAAA is a special short film screening session, organized in partnership with the Center for Art and Architecture Affairs. This session, to be held on 7th of November, at 10 pm, is dedicated to the work of Bando à Parte, film production company based in Guimarães. Among other shorts produced by this entity, it will be screened the short film Declive directed by Eduardo Brito, film director / photographer, whose work will also have a dedicated exhibition in this center. 

Coisas Tão Diferentes Agora, de Eduardo Brito

Inauguração 2 Novembro, 21h / até 5 Janeiro 2019

Coisas Tão Diferentes Agora é um trabalho de fotografia de Eduardo Brito que aborda a complexa relação de pertença a um lugar: são imagens de (e pequenos textos sobre) Guimarães, a cidade onde nasceu, cresceu e escolheu viver, feitos no ano do seu quadragésimo aniversário. Imagens e textos representam espaços que por sua vez traduzem rememorações de algo que ali lhe aconteceu, entre o exacto e o incerto: do infantário até aos locais onde trabalhou e trabalha, do lugar onde bateu num colega de escola ao local onde foi agredido na adolescência, à cartografia de relações de todas as naturezas. Porém, como a memória é por regra infixa e processual – e a própria morfologia dos espaços parece seguir essa ideia de mudança – este trabalho acaba por ser também ele contaminado por uma certa ideia de ficção: os lugares fotografados não são, todos eles, particularmente exactos na relação que estabelecem com as histórias, que, por sua vez também não são todas necessariamente factuais: tudo tão diferente agora.

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Opening November 2nd, 9pm / Until January 5th 2019

‘Things So Different Now’ is a photographic work by Eduardo Brito that explores one of the ways of belonging to a place: these are images of (and small texts about) Guimarães, the city where he was born and chose to live, made during the year of his fortieth anniversary. Photos and texts represent spaces that translate remembrances between certain and uncertain — from nursery school to workplaces, from the street where he hit a schoolmate to the place where he was beaten in adolescence — generating a cartography of all sorts of relations. However, as memory is unstable and processual and the shape of the portrayed spaces seems to to follow this idea of mutability, this work incorporates a certain idea of fiction: not all the images are particularly accurate in the relationship with their stories, which, in turn, are not all necessarily factual: everything so different now.

 

Com o apoio:

From Under Dust, de Charlie Morris

Inauguração 2 Novembro, 21h / até 5 Janeiro 2019

O artista Charlie Morris, original de San Antonio – Texas EUA, apresenta um corpo de trabalho artístico com conotações políticas, através de projectos multimédia e instalações . O seu trabalho frequentemente aborda a relação recursiva entre uma aparente abundância de propaganda e a qualidade da consciência colectiva que ela afecta, aludindo a conceitos como relações de poder, propriedade territorial, consumismo desenfreado, angústia social e destruição ambiental.

Como artista em residência no CAAA durante quase dois meses, o acto de caminhar é um aspecto importante para essa estadia, bem como para a sua prática artística em geral. Enquanto caminha, muitas vezes horas a fio, Morris utiliza uma câmara para fotografar e fazer vídeo, e recolhe pequenos objectos e impressões efémeras encontradas. De volta ao estúdio, fabricou vários moldes de gesso feitos a partir de impressões iniciais de argila, feitas no local durante as suas caminhadas ao longo da cidade e seus arredores. Nesta exposição, Morris irá exibir uma colecção de algumas dessas fotografias, um conjunto de objectos encontrados, escultura e dois vídeos. Como o título da exposição sugere “debaixo do pó”, o artista nos convida a reconsiderar o valor de uso de tais objectos e encontros aparentemente mundanos dentro desses territórios compartilhados. Não em termos de utilidade ou nostalgia do passado, mas como uma metáfora orientadora para entender a direcção dos nossos futuros colectivos.

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Opening November 2nd, 9pm / Until January 5th 2019

San Antonio artist Charlie Morris’s artistic practice involves politically nuanced, multi-media projects and installations. His work often addresses the recursive relationship between a seeming plethora of propaganda and the quality of collective consciousness it affects. Alluding to such concepts as power relations, territorial ownership, rampant consumerism, social angst, and environmental destruction.

While an Artist-in-Resident at CAAA Center for Art and Architecture Affairs in Guimarães, the act of walking is an important aspect to his time here, as well as to his artistic practice in general. While on foot, often hours at a time, Morris utilizes a camera for both still photography and video, while also collecting small found objects and print ephemera. Back at the studio, he has been fabricating several plaster casts. These were made from initial clay impressions, made on-site during his walks throughout Guimarães and its outskirts.

Here on display at CAAA, Morris will be exhibiting a collection of some of these photographs, an assemblage of found objects, sculpture, and two videos.

As the exhibition title suggests ‘from under dust’, the artist invites us to reconsider the use-value of such objects and seemingly mundane encounters within these shared territories. Not in terms of past utility or nostalgia, but as a guiding metaphor for understanding the direction of our collective futures.

 

Com o apoio:

FILIcidade: escritos sobre a cidade, do Arq. Filipe Fontes

4 Outubro, 21:00h

Lançamento do livro FILIcidade: escritos sobre a cidade, do Arq. Filipe Fontes

Apresentado por Álvaro Domingues

 

Charles Morris

Charlie Morris apresenta pela primeira vez no CAAA, uma proposta que tem origem numa pesquisa realizada anteriormente, no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, mais especificamente na Galeria de Zoologia desse museu. Partindo desta pesquisa, e com vista a estudar outras instituições museológicas em Guimarães, Morris estará em residência artística no CAAA com vista a desenvolver o corpo de trabalho a apresentar.

Esta exposição de media mista, reúne grupos de objectos encontrados pelo artista,  impressões efémeras, vídeos e fotografias.
O resultado será apresentado a 2 de Novembro.

Sobre o artista: charliemorrisart.com

 

Com o apoio:

 

 

Mucho Flow

6 Outubro, 15h – 2h

A 6ª edição do Mucho Flow volta a instalar-se no CAAA em Guimarães para um dia de concertos de selecção ecléctica que, do hip hop, o rock, da electrónica ao free jazz, promove a descoberta, a diversidade e a modernidade.

Os bilhetes custam 10€ e estão disponíveis em Guimarães no CAAA, Salado Bar,  Oub’Lá, e online em http://bit.ly/mucho-flow-2018

Nomes confirmados:
GAIKA
MOURN
FIRE!
BLACK MIDI
SKY H1
NÍDIA
HILARY WOODS
VAIAPRAIA E AS RAINHAS DO BAILE
HUGGS
DJ LYNCE

Organização: Revolve
Apoio: Câmara Municipal de Guimarães, Super Bock
Imprensa: saracunha@rvlv.net

Imagens que contam Histórias, Oficina Criativa

Oficina criativa IMAGENS QUE CONTAM HISTÓRIAS por Juliana Sá e Tânia Dinis
20 e 21 de Outubro das 10h às 13h

Nesta oficina, vais trabalhar com imagens de família, com dispositivos associados ao universo afectivo familiar. Vais explorar vários materiais e técnicas para a apropriação deste material, que através da montagem, implementando colagens, uso da palavra, e objectos, vais construir a tua história e a tua imagem.

 

 

Máximo 15 participantes
Idades entre 6/12 anos
Gratuito

Inscrições: geral@centroaaa.org

Temporárias, de Tânia Dinis

TEMPORÁRIAS

18 e 19 de Outubro às 21h30
20 de Outubro às 18h

Temporárias tem como processo de trabalho a correspondência de imagens de família, pessoais ou anónimas, entre as três artistas e manipuladas através da montagem.
Uma criação na busca constante das múltiplas leituras que uma imagem pode ter e o que podem esconder. A impressão de momentos esquecidos num tempo distante. Um tempo que passa e um tempo que não passa, em memórias que se expandem no espaço, mas prontas para emergirem do esquecimento, permitindo a construção de uma possível história, ou a história que queremos ver.

 

Entrada 3€

Criação de Tânia Dinis
Co-criação de Ana Villanueva (ARG) e Maria Antónia Mion (BR)
Pesquisa e interpretação de Tânia Dinis, Ana Villanueva e Maria Antónia Mion
Produção da Associação Cultural – Tenda de Saias

Apoio artístico de Jorge Quintela, Paulo da Mata e Tales Frey
Duração: 40 minutos
Maiores 12 anos

 

OFICINA

IMAGENS QUE CONTAM HISTÓRIAS por Juliana Sá e Tânia Dinis

20 e 21 de Outubro das 10h às 13h
Máximo 15 participantes
Idades entre 6/12 anos

Oficina Gratuita

 

CV
Tânia Dinis 1983, natural de Vila Nova de Famalicão, residente no Porto.
Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas pela FBAUP, 2015. Licenciatura em Estudos Teatrais, Ramo-Interpretação pela ESMAE, 2006. Em 2013, realiza a sua primeira curta-metragem, Não são favas, são feijocas, onde foi premiada em vários festivais de cinema, tais como: Dresdner Schmalfilmtage, Onion City Experimental Film and Video Festival, Festival OLHARES DO MEDITERRÂNEO e Curta 8 – Festival Internacional de Super 8 de Curitiba, Brasil.  Realizou também, Arco da Velha em 2015, com dois prémios nos festivais Super Off e Curta 8, Brasil, dedicado ao Super 8, vídeo-instalação Linha em 2016 e Teresa. Em 2017 estreou LAURA na Competição Experimental do 25º Curtas Vila do Conde, recebeu prémio de melhor curta metragem no Arquivo em Cartaz – Festival Internacional de Cinema de Arquivo – Brasil, e Menção Honrosa do Júri no super festival Festival de Cinema Luso Brasileiro e  Armindo e a Câmara Escura, em co-produção com o Observatório de Cinema – Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão,  estreia no Novíssimos do 15º IndieLisboa International Film Festival, filmes que continuam em circulação por vários festivais de cinema.
Dirigiu a 2ª parte do espectáculo ÁLBUM DE FAMÍLIA, ( 1º parte de Isabel Costa ) a partir do espólio de fotografias de família d’A Muralha – Associação de Guimarães – Teatro Oficina – Festivais Gil Vicente 2017, e em constante desenvolvimento, o projecto de criação IMAGINÁRIO FAMILIAR – ARQUIVO DE FAMÍLIA, onde surgiram as criações CURVA ASCENDENTE ( 2013 ) e ROTA ( pequena história de uma família ) ( 2015… ) TEMPORÁRIA ( 2017/18 ). O seu trabalho atravessa diversas perspectivas e campos artísticos, como o da fotografia, o da performance, o do cinema e o da estética relacional, tendo nos últimos anos trabalhado a partir de imagens de arquivo de família, pessoais ou anónimas, recorrendo também, a outros registos de imagem real, FEMALE ( 2012 ), MONO-LOGO (  2015 ) um trabalho de pesquisa em torno do tempo-imagem-memória-sonho-mulher.
Integrou vários projectos, tais como: 2018 – IMAGINÁRIO FAMILIAR – LINHA DE TEMPO, Museu Júlio Dinis Ovar, AMANHÃ FAREMOS TODOS PARTE DE UMA RECORDAÇÃO na Sputenik the window Porto, 2017 – Seminário Internacional Práticas de Arquivo em Artes Performativas, A Gentil Carioca-Abre Alas Brasil, XIX Bienal de Cerveira , 2016 – CAAA – “Trees Outside the Academy”!, 2015 – EVERYTHING SEEMS FINE FROM UP HERE, Solar – Galeria de Arte Cinemática – Vila do Conde, 2013 – Trabalha-Dores do Cu,  Maus Hábitos – Espaço de Intervenção Cultural – Cia Excessos. Tem colaborado em projectos com curadoria de Eduarda Neves ( 2014 – Algumas razões para uma arte não demissionária, 2015 – CORRESPONDÊNCIAS e HORS- SÉRIE_ 2018),  com a Produtora Bando à Parte e com o CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura.

 

Ana Villanueva
Argentina – Engenheira eletrônica, com orientação de telecomunicações, formado pela Faculdade de Engenharia (FIUBA) da Universidade de Buenos Aires (UBA), fotógrafa e cineasta experimental. Atualmente estuda a Especialização em Línguas Artísticas Combinadas da Universidade Nacional das Artes (UNA).
Participou em várias exposições fotográficas, tanto individuais como coletivas, bem como em projeções relacionadas ao cinema experimental tanto na Argentina como em outros países latino-americanos. Atualmente, está interessada na manipulação de dispositivos analógicos, descartados, para o desenvolvimento de obras e sua significação através de meios eletrônicos. O foco está em questões relacionadas à fragilidade da memória e à finitude da vida.
Lidera uma empresa dedicada ao projeto e implantação de redes de comunicação. Membro ativo da Associação AREA (Associação de cineastas argentinos experimentais), que promove espaços e subsídios para o cinema experimental. Desde 2016, integra uma banda, chamada AURORA, que combina imagens visuais usando projetores Super 8 e slides, juntamente com o som experimental.

 

Maria Mion
Brasil – Artista Visual brasileira, transita entre a fotografia e o cinema, premiada nos principais festivais de cinema super8 do b´Brasil, em 2016 fez parte do júri no festival Curta Oito – Festival Internacional de Super 8. O conjunto de sua obra tarta de questões acerca da memória, apropriação e autoficção. É também barista e anfitriã do evento mundial de palestras Creative Mornings Curitiba.