2024 – abr / mai / jun

WIPEOUT BEAT

10/05 . 22h . Entrada 5€

Os Wipeout Beat são a banda de três figuras emblemáticas da cena musical conimbricense. Carlos Dias, Pedro “Calhau” Antunes e Miguel Padilha passaram ou estão em bandas como Bunnyranch, Subway Riders, Garbage Catz, Objectos Perdidos, que contribuíram para dar à cidade a sua diversidade sonora tão bem conhecida.

Uma panóplia de teclados, três vozes e uma guitarra, soam ao mais sujo do garage, mas também aos sons minimais dos Suicide ou de Philip Glass, tudo ao ritmo de uma uma velha caixa-de-ritmos Roland CR-8000, que faz com que seja impossível não bater o pé.

Produzido no estúdio da Blue House, em Coimbra, “Small Cities Big Thoughts” foi o disco de estreia lançado, em 2018, pela Lux Records, ao qual se seguiu “Wine Nights Fantastic Stories”, editado em 2021, e ambos são o resultado de longas e divertidas noites, a descobrir, explorar e criar música simples para gente descomplicada que gosta de dançar e rockar.

Ao vivo, as suas fortes personalidades expressam-se em palco, rodeadas pela crueza e pureza de diversos aparelhos analógicos que, tal como os three amigos, têm muitas histórias para contar.

WHIPEOUT BEAT

GATOR, THE ALLIGATOR + JUANITO CAMINANTE (dj set)

17/05 . 22h . Entrada 5€

Os Gator, The Alligator voltam ao ataque e desta vez trazem consigo um videoclip para o single “Laminar Flow” do seu último álbum.
Um throwback aos Slasher e Horror movies americanos dos anos 80, “Laminar Flow” traz consigo a história de um jovem casal que tem um encontro com um serial killer, de aspecto muito familiar… Prometem suspense, gritos e sangue… muito sangue… à boa moda de Hollywood.

Mas as notícias não ficam por aqui, Gator estão de volta à estrada!
LIFE IS A MYTHICAL FLOW traz ao palco um concerto com passagem pelos três álbuns da banda. Uma viagem pela trilogia que tem vindo a ser trabalhada desde 2018, com a sua introdução em “Life is Boring”, escala em “Mythical Super Bubble” de 2020 e final épico em “Laminar Flow” de 2023. O furacão volta a fazer abanar o país de norte a sul!

E como não há duas sem três, Gator anunciam EP para Maio!
Resultado de um residência artística que a banda fez em 2021, trazem agora à vida uma exploração, quer sonora, quer de processos de composição e gravação. Um experimentação de uma sonoridade mais fresca, para ser a vossa companhia de verão em 2024.

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APRESENTAÇÃO DO LIVRO

SOUVENIRS SATÂNICOS, de Pedro Bastos

12 de Maio, 16h30

Com a presença de Hugo Miguel Santos e do Editor.

JAVISOL

03/05 . 22€ . Entrada 5€

JAVISOL é mais do que uma banda, é um retrato em constante busca pela luz que muitas vezes perdemos de vista. É uma paisagem onde o sol nasce quando a noite se põe.
Tudo começa na natureza artística de Tiago Jesus, que procura abraçar os ouvintes, através da partilha honesta das suas dores que, inevitavelmente, nos tocam a todos nós. Em 2019, o instrumentista e produtor André Morais junta-se para trabalhar com Tiago no seu projeto a solo. Amigos de longa data, embarcaram numa viagem de criação e pesquisa de várias direções musicais até que em 2020, o baterista Bruno Mimoso se junta ao projeto e se forma o trio JAVISOL. A formação completa-se em 2022 com a chegada da guitarra de João Aguiar.
Os espetáculos ao vivo são uma experiência única, uma fusão de sentimentos profundos e íntimos, onde cada palavra cantada na voz de Tiago Jesus nas suas letras é tangível. Prova disso, é o reconhecimento com o prémio de “Melhor Espetáculo” do Festival Emergente em 2022.
JAVISOL são canções cruas, verdadeiras e ao mesmo tempo, uma explosão onde se ouvem gritos de euforia. Um projeto rock recheado de influências e marcadamente de mãos dadas com a música portuguesa e o fado.
2024 ficará marcado pelo lançamento do primeiro disco de originais, intitulado “JAVISOL”.
JAVISOL é uma experiência visceral que transcende as fronteiras do musical para se tornar um testemunho emocional inesquecível. Um coletivo, que acima de tudo se tornou num grupo de amigos, cuja sinergia foi feita para se sentir ao vivo.

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GAROA + KUKABIBI

04/05 . 22h . Entrada 5€

Garoa é um duo Lisboeta com experiência em trânsito transatlântico, Raphael Soares, carioca radicado em Lisboa desde 1997, na bateria e percussão e Henrique Dias, paulistano recém chegado à cidade alfacinha, no piano, sintetizador e percussões.
Garoa é um chuvisco denso e persistente, que não cai, flutua. Com essa imagem em mente Garoa Flutua é o nome do seu primeiro registro, 7 temas gravados entre Agosto e Novembro de 2023 que criam um mundo que paira entre o jazz e a música mais atmosférica, quando a música assenta no chão é por breves instantes e com uma vontade de ginga, os pés nunca estão presos. Se Brian Eno e Jon Hassel fossem tropicalistas certamente o famoso 4th world seria Garoa. Sun Ra também não ficaria indiferente, um olho no espaço o outro na Garoa.

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Imagine, podemos tratar-te por tu? Então imagina um date, entre música eletrónica e imagem, onde ninguém sabe ao certo o que vai acontecer, isso é ser KUKABIBi. É respirar KUKABIBI. É viver KUKABIBI.
É como se Christopher Nolan e DJ’s Superstar se unissem para criar uma experiência nova para todas as presenças e energias que aparecem.
Se te identificas com isto, e não te levas muito a sério, então és seguramente um KUKABIBI.
Só para veres como funciona, experimenta dizer 4 vezes KUKABIBI e vais ver que vais ficar melhor. Se não ficares, repete até funcionar ou cancela.
KUKABIBI são:
Músicos_Samuel Martins Coelho, Nuno Preto, Artur Carvalho, Ricardo Batista
Vídeo_Rita Soeiro

MUST BE BLUE

19/04 . 22h . Entrada 5€

MUST BE BLUE

Must Be Blue são uma dupla musical de Vizela formada por Pedro Costa e Maria Damasceno.
Com influências provenientes do estilo Dream Pop, Shoe Gaze e Eletropop a banda apresenta um som melancólico, atmosféico e por vezes sombrio.
Em Junho de 2023 lançaram o seu segundo single “New Age” que faz parte do primeiro álbum.

Músicos – Pedro Costa; Maria Damasceno; Aury Santos

LIVING TALES . AQUELARRE

20/04 . 22h . Entrada 5€

LIVING TALES

Living Tales, banda de metal do Grande Porto, tiveram a sua origem em 2007, com influências de metal progressivo e sinfónico. Apostando em desenvolver uma sonoridade num estilo diversificado que levaria ao debut do primeiro trabalho editado em 2012 Delusional Mind(EP).
Entre 2012 e 2018 a banda sofre algumas mudanças de lineup, estabilizando após esse período, e em 2020 a banda lança o seu segundo trabalho de estúdio o álbum Mirror.
O terceiro trabalho de estúdio, “Pesephone”, viria já em 2022, editado pela Etheral Sound Works.
O Lineup da banda é constituído neste momento por Ana Isola(voz), Luis Oliveira (guitara), João Carneiro (baixo) e Ricardo Carvalho (bateria).

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AQUELARRE

Atualmente, Aquelarre está imerso no processo de
apresentação de “Versus”, um álbum duplo que promete
levar os ouvintes através de uma viagem sonora inesquecível.
Com lançamento físico planeado para o início de 2024,
“Versus” se desdobra em uma série de quatro EPs que capturam a evolução e o dinamismo da nossa música,
da grandeza do power metal à intensidade do metalcore.

Icko Viqueira – Voz
Cristóbal Otero – Guitarra
Nyxel Viqueira – Guitarra
Byktor Gómez – Bajo
David Castro – Batería
Christian Calvo – Teclado

LUÍS CONTRÁRIO . MONCHMONCH

26/04 . 22h . Entrada 5€

LUÍS CONTRÁRIO

O primeiro disco de Luís Contrário – “músicas de dança para pessoas tristes”, editado pela Saliva Diva – surge da fusão de melodias tristes com ritmos dançáveis.
Um baixo, um pedal de loops, uma drum machine e um sintetizador entram num bar com pouca iluminação, todo feito em madeiras escuras. Está uma bola de espelhos barata no canto da sala que faz com que o bar ganhe um tom arroxeado. São 3h42, os pés já colam no chão, culpa de bebidas derramadas. Há restos de serpentinas e balões de uma festa de anos foleira espalhados por todo o lado. A festa era da Sandra, 37 anos. Fez na quarta, mas só no sábado é que deu para festejar. Não é bem a mesma coisa, mas foi para o que deu.
É para este universo que nos transporta o som de Luís Contrário. O título “músicas de dança para pessoas tristes” prepara-nos para o que vamos ouvir nos 20 minutos seguintes. Vamos dançar tristes. A abafar a aflição ou a celebrar a melancolia. Forçar o ritmo da felicidade numa melodia que não quer sorrir. Vamos ser felizes refugiados na tristeza. Afinal, é um estado que todos conhecemos. Estar feliz, mas triste.

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MONCHMONCH

MONCHMONCH é uma onomatopeia usada para expressar mordidas ou algo sendo devorado. Seu nome declara natureza antropofágica, de digerir elementos estrangeiros do rock em algo brasileiro, e é numa metamorfose de algo como “Viagra Boys” com “Tom Zé” que MONCH mostra os dentes. A sonoridade punk e experimental, as narrativas absurdas, os atos performáticos e a carga satírica que reside em sua obra, servem de mapa para estourar dinamites dentro da víscera de um monstro, como “Jeff Bezos paga um pão de queijo”, “Merda” e “Vampira “.

THE TWIST CONNECTION

27/04 . 22h . Entrada 6,00€ compra antecipada (BOL) / 9,00€ na porta

THE TWIST CONNECTION


Os The Twist Connection surgiram em 2016. São uma banda de Rock ‘N’ Roll que mergulha nas raízes da segunda metade do século XX, alimentando-se do nascente Rockabilly dos anos 50, das várias correntes estéticas dos anos 60 e da urgência Punk do final dos anos 70 para chegar ao ano 24 do século XXI com os olhos no futuro.

Eles estão sempre à procura da sua própria identidade, acreditam no poder transformador do Rock ‘N’ Roll e vivem-no. Então construíram o seu caminho.

Ao longo desses anos, pisaram em inúmeros palcos, de clubes de rock underground a festivais maiores, assumindo-se como uma banda que vive de dinâmica e interação com o público.

Além de terem excursionado por todo o território nacional, já estiveram presentes em França, Inglaterra e, principalmente, em Espanha, onde, em 2019, receberam o Prêmio “Pop Eye” para a melhor banda portuguesa.

Eles têm desenvolvido colaborações com nomes como Boz Boorer, Gregg Foreman, Michael Purkhiser, Ruby Ann, Raquel Ralha e Miguel Padilha, entre outros.

Membros:
Carlos Mendes (Kaló) – Voz e Bateria
Samuel Silva – Guitarra
Sérgio Cardoso – Baixo

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SHE NOISE + Vitória Vermelho (artista convidada)

05/04 . 23h . Entrada 5€

SHE NOISE (Teresa Bessa), música e artista plástica baseada em Berlim,
apresenta o seu primeiro EP ‘Under A Light’, gravado no Tricone Studios na Funkhaus.

SHE NOISE

BIRDS ARE INDIE

06/04 . 22h . Entrada 8€

Os Birds Are Indie nasceram em Coimbra, em 2010, entre Ricardo Jerónimo e Joana Corker, que se apaixonaram em 1998, e aos quais se juntou Henrique Toscano, um amigo de longa data. Banda independente, tem-se afirmado junto do público e da crítica, bem como tocado por todo o país e por Espanha, onde apresentam a sua forma singular de estar em palco.

É conhecida e vincada a geografia musical deste trio: o seu ninho foi construído em forma de bedroom pop, com a folk pelo meio, numa postura DIY minimalista, própria dos primeiros voos, tal como aconteceu com Belle and Sebastian, Yo La Tengo, Moldy Peaches ou Juan Wauters. Com o tempo, as asas da sua pop foram crescendo e aproximaram-se do rock que lhes foi ensinado por nomes como Lou Reed, Dean Wareham, Black Francis e Stephen Malkmus.

Depois de, em 2020, terem assinalado 10 anos de uma peculiar carreira, que inclui vários EPs e 5 discos, 2023 trouxe consigo o lançamento do 6º longa-duração “Ones & Zeros”, editado uma vez mais pela Lux Records, em CD e vinil. Traçando uma nova fase no seu percurso, este é um álbum conceptual onde vivem personagens presas entre mundos, divididas nas suas vontades, simultaneamente eufóricas e desfeitas.

A gravação, feita no estúdio da Blue House, focou-se mais na intensidade do que nas harmonias e se envolveu mais na massa sonora do que na delicadeza dos arranjos. O resultado são 10 canções que, não perdendo uma certa essência pop, misturam guitarras distorcidas, caixas de ritmos dançantes, sintetizadores analógicos, bateria e baixo pujantes, aos quais se somam vozes mais ríspidas e roucas que o habitual, a servir a urgência das letras. Estas, muito carregadas de estímulos absorvidos no cenário pandémico, apresentam uma visão artística que toca em inquietações distópicas, na relação com a inteligência artificial e na ambivalência entre o mundo real e virtual.

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