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	<title>CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura</title>
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	<description>CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura / Guimarães, Portugal</description>
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		<title>IntenCidades / 29 Junho 2013, 15.30h &#8211; 04.00h</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação /outras actividades]]></category>

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		<description><![CDATA[O CAAA associa-se e acolhe o IntenCidades: um projecto de solidariedade que se apresenta em Guimarães com os mesmos objetivos a que se propôs no Porto &#8211; ajudar um amigo com cancro. Sem fins lucrativos e com entrada livre, o IntenCidades  apela ao donativo, ao mesmo tempo que o consumo reverte a favor do seu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/BANNER.png"><img class="size-medium wp-image-3077 alignleft" alt="BANNER" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/BANNER-300x112.png" width="300" height="112" /></a>O CAAA associa-se e acolhe o IntenCidades: um projecto de solidariedade que se apresenta em Guimarães com os mesmos objetivos a que se propôs no Porto &#8211; ajudar um amigo com cancro. Sem fins lucrativos e com entrada livre, o IntenCidades  apela ao donativo, ao mesmo tempo que o consumo reverte a favor do seu tratamento.</p>
<p>O IntenCidades conta que todos os amigos do Nuno Leite, também apelidado como Mata, abracem a causa e que a ela se juntem.</p>
<p>Concertos – Workshops – Exposições – Performances – Vídeo. Programa completo a divulgar em breve.</p>
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		<title>A Velha Aliança, um filme de Sean Tuson / 27 Junho 2013, 21.30h</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 12:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação /cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Um filme que olha, através do futebol, para o tratado entre Portugal e Inglaterra, a mais longa aliança diplomática ainda em vigor. Sessão com a presença do realizador. Entrada livre.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/Oldest-allience-preto1.png"><img class="size-full wp-image-3110 alignleft" alt="Oldest allience preto1" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/Oldest-allience-preto1.png" width="150" height="149" /></a>Um filme que olha, através do futebol, para o tratado entre Portugal e Inglaterra, a mais longa aliança diplomática ainda em vigor.</p>
<p>Sessão com a presença do realizador. Entrada livre.</p>
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		<title>Revolução Industrial, um filme de Frederico Lobo e Tiago Hespanha / 25 de Junho, 21.30h</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 12:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nascer na Serra da Cabreira e a desaguar em Vila do Conde, o rio Ave viu as suas margens tornarem-se num território industrializado. Nos dias de hoje um tecido de estradas, auto-estradas e de pequenas aldeias tornadas cidade cruzam-se com um universo fabril, passado e presente, que recria geografias e marca os hábitos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/Ave12.jpg"><img class="size-full wp-image-3112 alignleft" alt="Ave12" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/Ave12.jpg" width="150" height="150" /></a>A nascer na Serra da Cabreira e a desaguar em Vila do Conde, o rio Ave viu as suas margens tornarem-se num território industrializado. Nos dias de hoje um tecido de estradas, auto-estradas e de pequenas aldeias tornadas cidade cruzam-se com um universo fabril, passado e presente, que recria geografias e marca os hábitos do Vale do Ave. Deixadas para trás, ao longo do rio, escutam-se histórias, desenham-se memórias e encontram-se obstáculos, numa viagem pela periferia do civilização moderna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realização, Imagem e Som: Frederico Lobo e Tiago Hespanha<br />
Som: Gonçalo Mota<br />
Direcção Técnica: Hugo Almeida e Jonas Ribeiro<br />
Montagem: Federico Delpero Bejar<br />
Pós-produção de som: Pedro Augusto<br />
Produção: Leonor Noivo | Terratreme</p>
<p>70 min.</p>
<p>Sessão com a presença dos realizadores. Entrada livre.</p>
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		<title>Proxim(a)idade, Tales Frey / 20 Junho 2013, 20.00h</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 12:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Brito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na data de comemoração da minha próxima idade, uso meu corpo como campo simbólico para converter signos que marcam o  ritual de passagem do meu aniversário em anúncios da proximidade com a minha morte. Do festejado novo ano de vida, assinalo o anúncio do meu falecimento. A temporária juventude e beleza dão lugar à senilidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/Proximaidade21.jpg"><img class="size-medium wp-image-3092 alignleft" alt="Proxim(a)idade2" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/06/Proximaidade21-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a>Na data de comemoração da minha próxima idade, uso meu corpo como campo simbólico para converter signos que marcam o  ritual de passagem do meu aniversário em anúncios da proximidade com a minha morte. Do festejado novo ano de vida, assinalo o anúncio do meu falecimento. A temporária juventude e beleza dão lugar à senilidade construída de elementos que estão presentes tanto nas contentes festas de aniversário quanto nos fúnebres eventos de velórios. A performance explicita a comemoração de uma mocidade cética, obcecada pelo consumo do que é fugaz, mas cheia de entusiasmo, ladeada da velhice apegada à fé metafísica por medo de um cruel desfecho num vácuo. A contradição enfatiza dois andamentos advindos de uma mesma data, em que comemoramos um ano a mais de vida e lamentamos o tempo que nos conduz à morte.</p>
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		<title>Proxim(a)idade, de Tales Frey</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 12:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Brito</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>performance, 20 Junho 2013, 20h  / June 20th 2013, 8pm</p>
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		<title>Revolução Industrial, um filme de Frederico Lobo e Tiago Hespanha</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 11:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Brito</dc:creator>
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		<title>A Velha Aliança, um filme de Sean Tuson</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 11:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Brito</dc:creator>
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		<title>IntenCidades</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 10:11:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[29 Junho 2013, 15.30h – 04.00h]]></description>
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		<title>The Garbage World, de Elisabeth Gschiel</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 11:57:25 +0000</pubDate>
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		<title>The Garbage World, de Elisabeth Gschiel /1-30 junho</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 11:45:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Inauguração 1 de Junho, 16h A umas semanas da sua Residência no CAAA, Elisabeth pediu-nos uma máquina de costura onde pudesse trabalhar. Quando chegou, ficou fascinada com a Brother DB2-B714-3 e com todo o material de costura que encontrou nas retrosarias de Guimarães. Elisabeth Gschiel mostra nesta exposição o resultado do trabalho produzido em Residência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/05/Post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3000" alt="Post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/05/Post.jpg" width="150" height="150" /></a>Inauguração 1 de Junho, 16h</p>
<p>A umas semanas da sua Residência no CAAA, Elisabeth pediu-nos uma máquina de costura onde pudesse trabalhar. Quando chegou, ficou fascinada com a <em>Brother DB2-B714-3</em> e com todo o material de costura que encontrou nas retrosarias de Guimarães.</p>
<p>Elisabeth Gschiel mostra nesta exposição o resultado do trabalho produzido em Residência Artística no CAAA, onde chegou no início de Abril.</p>
<p>A artista trabalha com material plástico que reusa, como embalagens e garrafas, e com folhas de plástico cosidas à máquina. Para esta exposição foram recolhidas mais de uma centena de garrafas de plástico que, depois de espalmadas e cosidas, deram origem aos oceanos de um mapa mundo.</p>
<p>O trabalho intensivo da máquina de costura estende-se a fotografias antigas encontradas no mercado das Fontainhas e a sacos de plástico. Alfinetes de costura compõem azulejos, a sua mais recente paixão desde que desembarcou na Estação de São Bento.</p>
<p><strong>Quem é Elisabeth?</strong><br />
Elisabeth Gschiel vive e trabalha em Graz, Áustria.</p>
<p>Estudou Design Gráfico e Arquitectura e é Mestre em Arquitectura pela Technical University de Graz. Colaborou com Szyszkowitz-Kowalski Architects e com LOVE architecture and urbanism.</p>
<p>Desde 2011 que se dedica à construção de paisagens e instalações costuradas em material plástico. É membro do colectivo de artistas &#8220;Schaumbad- Freies Atelierhaus Graz&#8221;, tendo participado em várias exposições na Áustria e no estrangeiro.</p>
<p>Foi vencedora da bolsa para Artista em Residência Abril-Maio 2013, apoiada pelo Departamento Cultural da Styria, Áustria.</p>
<p><a href="http://schaumbad.mur.at" target="_blank">+info</a></p>
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		<title>Moda e Religiosidade em Registos Corporais, Cia. Excessos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 11:10:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cia. Excessos &#8211; Tales Frey e Paulo Aureliano da Mata /Inauguração dia 1 de Junho às 16h]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cia. Excessos &#8211; Tales Frey e Paulo Aureliano da Mata /Inauguração dia 1 de Junho às 16h</p>
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		<title>Moda e Religiosidade em Registos Corporais, Cia. Excessos /1-30 junho</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:58:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Exposição da Cia. Excessos &#8211; Tales Frey e Paulo Aureliano da Mata Inauguração 1 Junho, 16h Esta série de trabalhos emerge como uma reflexão sobre a mobilização do corpo em práticas performativas e ritualísticas que se articulam de alguma forma com a moda e/ou com a religiosidade, dois territórios a um só tempo contrastantes e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/05/post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2979" alt="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/05/post.jpg" width="150" height="150" /></a>Exposição da Cia. Excessos &#8211; <strong>Tales Frey</strong> e <strong>Paulo Aureliano da Mata</strong></p>
<p>Inauguração 1 Junho, 16h</p>
<p>Esta série de trabalhos emerge como uma reflexão sobre a mobilização do corpo em práticas performativas e ritualísticas que se articulam de alguma forma com a moda e/ou com a religiosidade, dois territórios a um só tempo contrastantes e contíguos na cultura contemporânea.</p>
<p>É assumido, nesse conjunto de obras, que o corpo é um operador simbólico de grande relevância e que ocupa um lugar determinante nas figurações culturais e artísticas, protagonizando o reencontro plural das artes tanto com as obsessões da contemporaneidade como com a ritualidade mais ancestral.</p>
<p>O género artístico da performance e seus desdobramentos em documentações como suportes fotográficos e videográficos, bem como novas linguagens provocadas (videoperformance, a fotoperformance, etc.), dão corpo a um espaço de elucidação do que corresponde ao efémero e ao perdurável ao mesmo tempo.</p>
<p>De Tales Frey, estão expostos os seguintes trabalhos: <i>Re-banho</i> (2010), <i>Beija-se</i> (2012), <i>Atendo ao Molde</i> (2013), <i>Sede Vós</i> (2013), <i>Por um Fio</i> (2012), <i>(De)reter-se </i>(2013), <i>Aliança </i>(2013), <i>Dismorfofobia </i>(2012), <i>Proxim(a)idade </i>(2013), <i>Faceless </i>(2011). De Paulo Aureliano da Mata: <i>Romance Violentado</i> (2011).</p>
<p>Ambos artistas se uniram como colectivo (duo) em 2006 e fundaram a Cia. Excessos em 2008.</p>
<p>A CIA EXCESSOS tem a multidisciplinaridade como característica principal nas suas concepções e vem construindo uma pesquisa cénica de forma híbrida, tendo em vista os possíveis diálogos entre vídeo, teatro, performance e fotografia.</p>
<p>A companhia conta também com artistas convidados para integrar a equipa técnica da maior parte dos trabalhos.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Ao vivo</b></p>
<p><i>Proxim(a)idade</i></p>
<p>Dia 20 de Junho às 20h</p>
<p><a href="http://www.centroaaa.org/index.php/category/danca" target="_blank">+info</a></p>
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		<title>Animais de Linguagem /4 maio 2013</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 12:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Licenciatura em Teatro apresenta “Animais de Linguagem” Os alunos da Licenciatura em Teatro da Universidade do Minho, apresentam “Animais de Linguagem”, a sua primeira produção, no próximo sábado, dia 04 de Maio. O espetáculo, que terá início às 22h, estreou em Março, no XIX Festival Internacional de Teatro Universitário (FITU), em Santiago de Compostela, e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><b>Licenciatura em Teatro apresenta “Animais de Linguagem”<br />
</b></p>
<p style="text-align: left;">Os alunos da Licenciatura em Teatro da Universidade do Minho, apresentam “Animais de Linguagem”, a sua primeira produção, no próximo sábado, dia 04 de Maio.</p>
<p style="text-align: left;">O espetáculo, que terá início às 22h, estreou em Março, no XIX Festival Internacional de Teatro Universitário (FITU), em Santiago de Compostela, e foi o único representante português nesta mostra de teatro.</p>
<p style="text-align: left;">“Animais de Linguagem” foi criado a partir da peça “Os Figurantes”, do dramaturgo português Jacinto Lucas Pires e tem a encenação de Marcos Barbosa e Víctor Hugo Pontes. No palco vão estar quinze actores que buscam incessantemente os termos adequados para comunicarem, com o objectivo de fabricarem uma cena dramática envolvendo um casal de figurantes que eles próprios idealizam. A acção da peça decorre na narrativa em si, e na cabeça dos espectadores. Um espectáculo que fala sobre o teatro, revelando os mecanismos da escrita dramática.</p>
<p style="text-align: left;">A Licenciatura em Teatro abriu pela primeira vez este ano lectivo e tem procurado desde o primeiro dia, a abertura à comunidade local, nacional e internacional, do trabalho prático que os alunos desenvolvem no curso. Para além de “Animais de Linguagem”, está prevista ainda para este ano, uma colaboração entre os estudantes e a dramaturga galega Vanesa Sotelo, num projecto sobre Clarice Lispector.</p>
<p style="text-align: left;">FICHA TÉCNICA</p>
<p style="text-align: left;"><b>Direcção</b> | Marcos Barbosa e Victor Hugo Pontes</p>
<p style="text-align: left;"><b>Interpretação</b> | Catarina Marvão, Cristiana Lima, Diogo Rosas, Júlio Cerdeira, Giulia Santos, Henrique Margarido, Maria de Carvalho, Mário Pereira, Marta Ferreira, Rute Fernandes, Rita Gomes, Rita Silva, Rita Trigo, Sérgio Santos, Tatiana Rocha.</p>
<p style="text-align: left;"><b>Operação de Luz</b> | Maíra Ribeiro</p>
<p style="text-align: left;"><b>Operação de Som</b> | Vânia Silva</p>
<p style="text-align: left;">Bilhetes à venda no CAAA</p>
<p style="text-align: left;">5€ bilhete geral</p>
<p style="text-align: left;">2,5€ desconto com cartão de estudante</p>
<p style="text-align: left;">reservas: geral@centroaaa.org</p>
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		<title>Concertos /Pique Dame + 10 000 Russos /28 de abr 17h</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 12:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Pique Dame Pique Dame é um projecto de Mário Gomes, Graf Schrecks e Odysseus Klissouras, dois luso-alemães e um grego que vivem e trabalham em Berlim. Mário Gomes e Graf Schrecks estäo a cargo do som, para o qual combinam média digitais com sintetizadores analógicos, bitcrushers e gravadores de cassetes, o que acrescenta um ar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pique Dame</strong></p>
<p>Pique Dame é um projecto de Mário Gomes, Graf Schrecks e Odysseus Klissouras, dois luso-alemães e um grego que vivem e trabalham em Berlim.<br />
Mário Gomes e Graf Schrecks estäo a cargo do som, para o qual combinam média digitais com sintetizadores analógicos, bitcrushers e gravadores de cassetes, o que acrescenta um ar de lo-fi, algo de obscuro e melancólico. Os espectáculos são acompanhados por colagens de vídeo, misturadas ao vivo por Odysseus Klissouras.</p>
<p><a href="http://www.piquedame.com/" target="_blank">+info</a></p>
<p><strong>10 000 Russos</strong></p>
<p>Formados por uma alta patente do exército merovíngio e um xamã Tuva, 10 000 Russos conheceram-se após o saque de Roma.<br />
Destinados a serem a banda sonora da decadência europeia, são sucessivamente expulsos de várias nações da Ásia Central e fixam-se numa pequena aldeia, de um país periférico, onde sabem que não serão perturbados.<br />
É num centro comercial abandonado dessa pequena aldeia que preparam com rigor e disciplina o trabalho que será agora tornado público.<br />
O primeiro tomo pode ser ouvido/descarregado <a href="http://10000russos.bandcamp.com/">aqui</a>.</p>
<p>João Pimenta (ALTO!) e Pedro Pestana (Tren Go Soundsystem)</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/10000Russos?ref=stream" target="_blank">+info</a></p>
<p>Entrada 5€, bilhetes à venda no CAAA</p>
<p>Reservas: geral@centroaaa.org</p>
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		<title>Elisabeth Gschiel /abr &#8211; mai</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/residencias-artisticas/artista-em-residencia-elisabeth-gschiel-5-abr-2-jun</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 16:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação /em residência artística]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa de Residências Artísticas CAAA 2013 arranca em Abril com a artista Austríaca Elisabeth Gschiel. Elisabeth Gschiel é uma artista plástica com formação em arquitectura, cuja obra resulta do trabalho sobre folha de vinil. O resultado desta Residência estará em exposição no CAAA durante o mês de Junho 2013. Esta Residência é apoiada pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/GschielPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2837" alt="GschielPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/GschielPost.jpg" width="150" height="150" /></a>O programa de Residências Artísticas CAAA 2013 arranca em Abril com a artista Austríaca Elisabeth Gschiel.</p>
<p>Elisabeth Gschiel é uma artista plástica com formação em arquitectura, cuja obra resulta do trabalho sobre folha de vinil.</p>
<p>O resultado desta Residência estará em exposição no CAAA durante o mês de Junho 2013.</p>
<p>Esta Residência é apoiada pelo Departamento de Cultura da Província de Styria, Áustria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/A9_Kultur_Europa_Außenbeziehungen_4C.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2955" alt="Kultur_Europa_Außenbeziehungen_4C" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/A9_Kultur_Europa_Außenbeziehungen_4C.jpg" width="200" height="134" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Artista em Residência &#8211; Elisabeth Gschiel</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 12:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Concerto Jazz /Luís Lopes e Jean Luc Guionnet /5 abril 22h</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 12:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Luís Lopes – guitarra Jean Luc Guionnet – saxofone alto Bilhete 5€ à venda no CAAA Ao abrigo do feedback da guitarra há espasmos de luz que nos impedem de manter os olhos abertos. A música é uma cegueira total que se respira em cores imaginárias e onde o tempo perdeu qualquer indício democrático. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/LuisLopesPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2809" alt="Culturgest, Lisboa" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/LuisLopesPost.jpg" width="150" height="150" /></a><strong>Luís Lopes</strong> – guitarra</p>
<p><strong>Jean Luc Guionnet</strong> – saxofone alto</p>
<p>Bilhete 5€ à venda no CAAA</p>
<p><em>Ao abrigo do feedback da guitarra há espasmos de luz que nos impedem de manter os olhos abertos. A música é uma cegueira total que se respira em cores imaginárias e onde o tempo perdeu qualquer indício democrático. A tendência é para a tirania do ruído </em>[…]<em> Nos pântanos em que se agitam bafos de demências passadas, varrem-se subitamente todas as partituras do universo e regeneram-se todas as ideias do absurdo. Parece complicado? De facto é, mas a arte não pode jamais ser construída apenas para mostrar o que já todos conhecem </em>[…]<em> Estamos vivos ainda? De abismo em abismo entra-se neste território de incertezas e o perfume perverso da História corrói-nos o espírito por inteiro. Ouvem-se fantasmas de heróis do passado &#8211; Dolphy, Ayler, Kirk, Cherry, Sharrock, Snakefinger, Bailey &#8211; como uma procissão de bonecos animados a sacudir a naftalina. Queremos água! Queremos respirar de alívio quando chegar o sol da madrugada e estamos preparados para caminhar de pés descalços rumo a oeste […] A morte dissipa-se no sorriso severo do saxofone e relembra-nos todo o tempo que aguardámos até chegar aqui. Há brisas de melodias que se transformam em solidão como se varrêssemos as migalhas depois de terminar um banquete. Saberemos alguma vez a razão de tais metamorfoses?</em> […]<em> Talvez a vertigem do óbvio seja um dos piores males da humanidade…</em> […]<em> Que tem isto a ver com o concerto a que assisti nessa noite? Ninguém pode responder, mas a verdade é que o Luís e o Jean-Luc nos fizeram sonhar e qualquer outra coisa que se pudesse aqui dizer soaria a supérfluo e superficial.</em></p>
<p>Paulo Chagas, crítica ao concerto da Culturgest para Jazz.pt</p>
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		<title>Fábrica, de Daniel Blaufuks /23 mar &#8211; 26 mai</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 12:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração 23 Março 16h Fábrica é uma instalação fotográfica, cinematográfica e um livro de Daniel Blaufuks. Fábrica é feita a partir da transformação num cenário da memória e da sua representação do espaço da Fábrica de Fiação e Tecidos do Rio Vizela. Blaufuks fotografou e filmou a Fábrica, auscultou-lhe os ruídos e trabalhou também uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2767" alt="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/post.jpg" width="150" height="150" /></a><em></em></p>
<p>Inauguração 23 Março 16h</p>
<p><em>Fábrica</em> é uma instalação fotográfica, cinematográfica e um livro de Daniel Blaufuks. <em>Fábrica</em> é feita a partir da transformação num cenário da memória e da sua representação do espaço da Fábrica de Fiação e Tecidos do Rio Vizela. Blaufuks fotografou e filmou a Fábrica, auscultou-lhe os ruídos e trabalhou também uma forte componente objectológica e documental, composta por carimbos, fichas de trabalhadores, folhas de salário, regulamentos, moedas de cartão, entre outras fontes. Imagem, som e documento constituem, pois, esta base de criação do artista, tornando Fábrica não só num ensaio sobre uma ideia de fábrica, abstracta e genérica mas também numa reflexão sobre o esquecimento e o abandono.</p>
<p><em>Fábrica</em> é uma instalação e livro de Daniel Blaufuks produzidos no âmbito do projecto Reimaginar Guimarães da área de Cinema e Audiovisual da Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura. O livro deste trabalho é uma co-edição da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura e da Pierre von Kleist Editions.</p>
<p>No dia <strong>22 de Março</strong>, pelas <strong>19h00</strong>, antecipando a inauguração da instalação Fábrica, o CAAA recebe <strong>Uma conversa com Daniel Blaufuks</strong>: o processo de criação de Fábrica, a obra do autor e reflexões sobre a imagem serão os temas de um diálogo informal.</p>
<p>19h00<br />
Duração: 45 minutos<br />
Entrada livre</p>
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		<title>The House translated into the Landscape, de Jorge Santos /23 mar &#8211; 26 mai</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 15:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração dia 23 de março 16h A exposição The House Translated into the Landscape propõe uma análise da representação da  Natureza no espaço doméstico. Explorando a relação entre a arquitectura e a Natureza, as obras abrem-se à paisagem, à configuração espacial, às artes decorativas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/post2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2785" alt="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/03/post2.jpg" width="150" height="150" /></a>Inauguração dia 23 de março 16h</p>
<p>A exposição <em>The House Translated into the Landscape</em> propõe uma análise da representação da  Natureza no espaço doméstico.<br />
Explorando a relação entre a arquitectura e a Natureza, as obras abrem-se à paisagem, à configuração espacial, às artes decorativas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Things here + Empty yard, de José Pedro Cortes /16 fev &#8211; 17 mar</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 16:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração: 16 Fevereiro, 16h “A strange form of life, Kicking through windows rolling on yards.” Bonnie Prince Billy Esta exposição reúne imagens de duas séries recentes de José Pedro Cortes. “Like an empty yard”, de 2008 e “Things here and Things still to come”, de 2011. “Like an empty yard” é uma série feita por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2656" alt="Post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/Post.jpg" width="150" height="150" />Inauguração: 16 Fevereiro, 16h</p>
<p>“A strange form of life,<br />
Kicking through windows<br />
rolling on yards.”<br />
Bonnie Prince Billy</p>
<p>Esta exposição reúne imagens de duas séries recentes de José Pedro Cortes. “Like an empty yard”, de 2008 e “Things here and Things still to come”, de 2011.<br />
“Like an empty yard” é uma série feita por um período de 3 anos resultante de várias viagens feitas na Europa: retratos de mulheres, homens e casais, paisagens, na busca de uma narrativa pessoal.</p>
<p>“Things here and Things still to come” resulta de um período de 9 meses em que o autor viveu em Tel Aviv. Aí, conheceu quatro mulheres americanas, judias, que, chegadas à idade de 18 anos, decidiram ir para Israel para fazerem o serviço militar e que, depois de o terminarem, por lá ficaram. Imagens das mulheres nos interiores das suas casas e paisagem desertas de Tel Aviv são ligadas, criando uma tensão entre voyerismo, privacidade e anonimato.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Vestígios de um momento intitulado de Female /16 &#8211; 24 fev 2012</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo2013-janfevmar/vestigios-de-um-momento-intitulado-de-female-16-24-fev-2012</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 16:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da sua apresentação no CAAA, Tânia Dinis é desafiada a deixar o material usado durante a performance na galeria, bem como o registo em vídeo desse momento. Este repto foi lançado na tentativa de garantir que aquele momento fica documentado, depois de uma sucessão de lapsos e perdas ocorridas no processo da artista.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/femalePost.36.20.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2608" alt="femalePost.36.20" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/femalePost.36.20.png" width="150" height="150" /></a>Depois da sua apresentação no CAAA, Tânia Dinis é desafiada a deixar o material usado durante a performance na galeria, bem como o registo em vídeo desse momento. Este repto foi lançado na tentativa de garantir que aquele momento fica documentado, depois de uma sucessão de lapsos e perdas ocorridas no processo da artista.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ao Lobo da Madragoa, de Pedro Bastos /1 &#8211; 17 mar</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2013 15:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo-instalação a partir do Filme Homenagem ao poeta Vimaranense António Lobo de Carvalho, &#8220;Ao Lobo da Madragoa&#8221; de Pedro Bastos. Esta exposição inaugura amanhã a noite, acompanhada pela projecção do filme original &#8220;Ao Lobo da Madragoa&#8221; na Black Box. Amanhã, a música e os copos são no bar do CAAA! Realização: Pedro Bastos Interpretação: Tânia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/02/post1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2706" alt="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/02/post1.jpg" width="150" height="150" /></a>Vídeo-instalação a partir do Filme Homenagem ao poeta Vimaranense António Lobo de Carvalho, &#8220;Ao Lobo da Madragoa&#8221; de Pedro Bastos.<a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/02/post1.jpg"><br />
</a></p>
<p dir="ltr">Esta exposição inaugura amanhã a noite, acompanhada pela projecção do filme original &#8220;Ao Lobo da Madragoa&#8221; na Black Box.<br />
Amanhã, a música e os copos são no bar do CAAA!</p>
<p>Realização: Pedro Bastos<br />
Interpretação: Tânia Dinis<br />
Dir. de Fotografia: Jorge Quintela<br />
Produção: Rodrigo Areias<br />
Chefe de Produção: Ricardo Freitas<br />
Música e Voz: António Rafael e Adolfo Luxúria Canibal<br />
2012</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Regina &#8211; The Ritual Wedding /20, 22 e 23 fev</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 11:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Um encontro entre os artistas Regina Fiz e Miguel Moreira. O corpo e os seus ícones. Esta é a questão central de “Regina &#8211; The Ritual Wedding”. Um trabalho que pisa territórios de um ritual enraizado e que convoca o público para uma experiência nova, apelando ao interdito e a uma proximidade entre íntimos. “Regina” [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/ReginaPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2739" alt="ReginaPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/ReginaPost.jpg" width="150" height="150" /></a>Um encontro entre os artistas Regina Fiz e Miguel Moreira. O corpo e os seus ícones. Esta é a questão central de “Regina &#8211; The Ritual Wedding”. Um trabalho que pisa territórios de um ritual enraizado e que convoca o público para uma experiência nova, apelando ao interdito e a uma proximidade entre íntimos. “Regina” é também um outro discurso: a transformação e o pensamento queer associados a uma ideia de uma sociedade livre. O espaço do corpo e da liberdade em uníssono. Uma peça que é resultado e processo. Resultado de uma experiência de vida &#8211; a de Regina Fiz &#8211; e de um processo de luta contra as normas sociais e políticas segregadoras.</p>
<p>20 fevereiro &#8211; 22h 22 e 23 fevereiro &#8211; 24h</p>
<p>Esta performance está inserida no GUIDANCE Festival Internacional de Dança Contemporânea <a href="http://www.ccvf.pt/index.php?mes=02&amp;on=false">+info</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O FILME DA MINHA VIDA #4 A Mulher Que Viveu Duas Vezes /26 jan-17 mar</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo2013-janfevmar/o-filme-da-minha-vida-4-a-mulher-que-viveu-duas-vezes-26-jan-17-mar</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 10:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2013 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[A colecção O FILME DA MINHA VIDA faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas. A quarta exposição tem como nome [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2641" alt="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/post.jpg" width="150" height="150" />A colecção O FILME DA MINHA VIDA faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas.<br />
A quarta exposição tem como nome ÂNGULO MORTO, de João Fazenda a partir do filme A Mulher Que Viveu Duas Vezes, de Alfred Hitchcock.</p>
<p>Produção: <a href="http://www.ao-norte.com" target="_blank">AO NORTE – Associação de Produção e Animação Audiovisual</a></p>
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		<title>Female /9 fev 22h</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 13:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Female faz parte da pesquisa de um ciclo de vídeo/performances sobre a Mulher e a provocação. O trabalho começou com a performance Lap Dance, integrado no projecto de Marta Bernardes – Tômbola Show, nos Maus Hábitos, Porto 2011, seguido de vídeo/performance Calças de Fato de Treino, com apresentação no Laboratório das Artes, Guimarães 2012. Esta nova [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/femalePost.36.20.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2608" title="femalePost.36.20" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/femalePost.36.20.png" alt="" width="150" height="150" /></a><em>Female</em> faz parte da pesquisa de um ciclo de vídeo/performances sobre a Mulher e a provocação. O trabalho começou com a performance Lap Dance, integrado no projecto de Marta Bernardes – Tômbola Show, nos Maus Hábitos, Porto 2011, seguido de vídeo/performance Calças de Fato de Treino, com apresentação no Laboratório das Artes, Guimarães 2012.</p>
<p>Esta nova pesquisa de vídeo/performance é sobre o Nu e a Provocação na mulher. O trabalho tem como ponto de partida material de vídeo desenvolvido no início de 2012 com quatro actrizes.</p>
<p>Entrada: 3,50€ (com direito a 1 bebida)</p>
<p><strong>Criação / Interpretação:</strong> Tânia Dinis</p>
<p><strong>Texto:</strong> Pedro Bastos</p>
<p><strong>Vídeo: </strong>Jorge Quintela</p>
<p><strong>Super 8:</strong> Tânia Dinis</p>
<p><strong>Participação no vídeo/super 8:</strong> Sara Pereira, Diana Sá, Sofia Margarida, Teresa Alpendurada e Tânia Dinis</p>
<p><strong>Colaboração Artística:</strong> Marta Bernardes e Tales Frey.</p>
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		<title>Moses und Aron /29 jan 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 11:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Moses und Aron, 1975 (Moisés e Arão) foi realizado pela dupla Jean-Marie Straub e Danièle Hulliet, e é baseado na ópera inacabada homónima de Arnold Schönberg. Entrada livre Alemão, legendagem em Inglês Produção e Edição: Jean-Marie Straub, Danièle Hulliet Música: Arnold Schönberg Duração: 107&#8242; Esta projecção está inserida na programação paralela da exposição Adolf Loos: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/MosesAronPost.jpg"><img class="size-full wp-image-2593 alignleft" title="MosesAronPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/MosesAronPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Moses und Aron</em>, 1975 (<em>Moisés e Arão</em>) foi realizado pela dupla Jean-Marie Straub e Danièle Hulliet, e é baseado na ópera inacabada homónima de Arnold Schönberg.</p>
<p>Entrada livre<br />
Alemão, legendagem em Inglês</p>
<p><strong>Produção e Edição:</strong> Jean-Marie Straub, Danièle Hulliet<br />
<strong>Música:</strong> Arnold Schönberg</p>
<p><strong>Duração:</strong> 107&#8242;</p>
<p>Esta projecção está inserida na programação paralela da exposição <a href="http://www.centroaaa.org/index.php/category/exposicoes"><em>Adolf Loos: Nosso Contemporâneo</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Einleitung zu Arnold Schoenbergs “Begleitmusik zu einer Lichtspielscene” /31 jan 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 11:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Einleitung zu Arnold Schoenbergs “Begleitmusik zu einer Lichtspielscene”, 1973 (Introdução à “Música de Acompanhamento para uma Cena de Cinema” de Arnold Schönberg) retrata a leitura de uma longa carta de Schönberg a Kandinsky em que este explica que, como judeu, não pode aceitar o convite de Kandinsky para leccionar na Bauhaus. Entrada livre Alemão, legendagem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/ShoenbergPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2600" title="ShoenbergPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2013/01/ShoenbergPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Einleitung zu Arnold Schoenbergs “Begleitmusik zu einer Lichtspielscene”</em>, 1973 (<em>Introdução à “Música de Acompanhamento para uma Cena de Cinema” de Arnold Schönberg</em>) retrata a leitura de uma longa carta de Schönberg a Kandinsky em que este explica que, como judeu, não pode aceitar o convite de Kandinsky para leccionar na Bauhaus.</p>
<p>Entrada livre</p>
<p>Alemão, legendagem em Francês</p>
<p><strong>Produção e Edição:</strong> Jean-Marie Straub, Danièle Hulliet</p>
<p><strong>Música: </strong>Arnold Schönberg</p>
<p><strong>Duração:</strong> 15&#8242;</p>
<p>Esta projecção está inserida na programação paralela da exposição <a href="http://www.centroaaa.org/index.php/category/exposicoes"><em>Adolf Loos: Nosso Contemporâneo</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lançamento de Livro /12 dezembro, 18h30</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 16:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ANTES QUE ME ESQUEÇA Um dia depois do seu aniversário, a Capital Europeia da Cultura celebra os 104 anos do mestre do cinema português, Manoel de Oliveira, com o lançamento de “Antes que me Esqueça”, de Júlia Buisel. Neste livro, a sua colaboradora de há muitas décadas relata uma série de memórias da colaboração cinematográfica [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>ANTES QUE ME ESQUEÇA</div>
<div></div>
<div>Um dia depois do seu aniversário, a Capital Europeia da Cultura celebra os 104 anos do mestre do cinema português, Manoel de Oliveira, com o lançamento de “Antes que me Esqueça”, de Júlia Buisel.</div>
<div>Neste livro, a sua colaboradora de há muitas décadas relata uma série de memórias da colaboração cinematográfica entre ambos. “Antes que me Esqueça” é uma edição em conjunto de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura e da Associação Il Sorpasso e é destinada aos amantes da arte cinematográfica nacional.<br />
A iniciativa é de entrada livre e conta com a presença de João Lopes, programador da área de Cinema de Guimarães 2012, Júlia Buisel e Manoel de Oliveira.</div>
<div></div>
<div><strong>Autora</strong><br />
Júlia Buisel<strong></strong></div>
<div><strong>Coedição</strong><br />
Guimarães 2012<br />
Associação Il Sorpasso</div>
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		<title>Lançamento de DVD /15 dezembro, 18h30</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 16:15:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Glauber Rocha (1939-1981) é um nome lendário do Cinema Novo brasileiro: esta caixa de dvd’s, numa coedição da Midas Filmes com Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, apresenta alguns dos seus títulos mais marcantes, incluindo Deus e o Diabo na Terra do Sol e António das Mortes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Glauber Rocha</strong> (1939-1981) é um nome lendário do Cinema Novo brasileiro: esta caixa de dvd’s, numa coedição da Midas Filmes com Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, apresenta alguns dos seus títulos mais marcantes, incluindo Deus e o Diabo na Terra do Sol e António das Mortes.</div>
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		<title>DJAAA /20 dezembro 23h-4h</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 16:12:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olho de vidro sistema sonoro em mono deluxe e baixa fidelidade No local onde as produções de cinema  Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura foram produzidas, tempo de celebração. Um convite para a música soltar os corpos e as almas. Música com raiz cinéfila e espírito livre proposta por cineastas transformados em DJ&#8217;s tonificados! Entrada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Olho de vidro sistema sonoro em mono deluxe e baixa fidelidade</strong></div>
<div></div>
<div>No local onde as produções de cinema  Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura foram produzidas, tempo de celebração. Um convite para a música soltar os corpos e as almas. Música com raiz cinéfila e espírito livre proposta por cineastas transformados em DJ&#8217;s tonificados!</div>
<div></div>
<div>Entrada Livre</div>
<div>M/12</div>
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		<title>CONTRA-CAMPOS de Tiago Afonso e Jorge Quintela /12 dez 21h30</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 23:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[CONTRA-CAMPOS e os desafios de uma parceria de realização cinematográfica Tomando como rumo incerto o mote do Ciclo “Improvisações/Colaborações”, dois cineastas envolvem-se numa parceria de realização, obrigando-se a descobrir e acompanhar os momentos de experimentação e construção desse mesmo ciclo sem recorrer a dispositivos de registo pré-formatados. Nem exaustivo, nem exterior à aventura dos artistas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CONTRA-CAMPOS e os desafios de uma parceria de realização cinematográfica<br />
</strong>Tomando como rumo incerto o mote do Ciclo “Improvisações/Colaborações”, dois cineastas envolvem-se numa parceria de realização, obrigando-se a descobrir e acompanhar os momentos de experimentação e construção desse mesmo ciclo sem recorrer a dispositivos de registo pré-formatados.<br />
Nem exaustivo, nem exterior à aventura dos artistas filmados, CONTRA-CAMPOS pretende não apenas perspectivar modos de fraternidade e liberdade que advêm da abertura à co-criação, como também reflectir, através da busca de pontos de vista dialogantes – em contra campo – acerca de um “género” pouco teorizado na história das imagens em movimentos: o registo de processo de pesquisa artística e da sua apresentação enquanto objectos espectaculares.<br />
Os cineastas tentaram ocupar o lugar improvável e utópico de espectadores (altamente) participantes. Este é o rasto de uma experiência que também os transformou. Porém, ao contrário dos produtos puramente performativos, um filme é um objecto montado e como tal, tenta abraçar e abarcar a atitude interrogante, o questionamento interno de si através de si…</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gaspar /30 novembro, 1 dezembro 22h</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/gaspar-30-novembro-1-dezembro-22h</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 10:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura recebe, nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro, “Gaspar”. Com encenação de Tiago Correia, esta peça é concebida a partir de um texto de Peter Handke, que se inspirou no caso real do menino selvagem, Kaspar Hauser, para apresentar a sua visão da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/11/Gaspar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2512" title="Gaspar" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/11/Gaspar.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura recebe, nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro, “Gaspar”. Com encenação de Tiago Correia, esta peça é concebida a partir de um texto de Peter Handke, que se inspirou no caso real do menino selvagem, Kaspar Hauser, para apresentar a sua visão da relação do homem com a linguagem.</div>
<p>A dramaturgia de Handke vem diretamente da náusea, a doença induzida pelas palavras que escapam ao nosso controlo, o sentimento de impotência face à sua vida perversa e independente. Esta náusea é ao mesmo tempo uma consequência da estupidificante verborreia e o início da sua cura.</p>
<p>A partir de um texto de Peter Handke</p>
<p><strong>Encenação</strong><br />
Tiago Correia</p>
<p><strong>Produção</strong><br />
A Turma</p>
<p><strong>Coprodução</strong><br />
Guimarães 2012</p>
<p><strong>Colaboração</strong><br />
Teatro Oficina</p>
<p><strong>Duração</strong><br />
90min</p>
<p><strong>Entrada</strong><br />
5€</p>
<p>M/16</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Adolf Loos: Nosso Contemporâneo /8 dez 2012 &#8211; 4 fev 2013</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/adolf-loos-nosso-contemporaneo-8-dez-2012-4-fev-2013</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 15:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Adolf Loos: Nosso Contemporâneo celebra o centenário da Looshaus, em Viena e a publicação do texto teórico mais provocador de Adolf Loos: “Ornamento e Crime”. O objectivo principal da exposição é cartografar algumas das reacções mais significativas, tanto entre os seus contemporâneos, como entre admiradores mais distantes, da arquitectura ao cinema. Adolf Loos viveu e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/11/adolfLoos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2495" title="adolfLoos" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/11/adolfLoos.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></em></p>
<p><em>Adolf Loos: Nosso Contemporâneo</em> celebra o centenário da Looshaus, em Viena e a publicação do texto teórico mais provocador de Adolf Loos: “Ornamento e Crime”. O objectivo principal da exposição é cartografar algumas das reacções mais significativas, tanto entre os seus contemporâneos, como entre admiradores mais distantes, da arquitectura ao cinema. Adolf Loos viveu e trabalhou na altura em que o cinema começava a ter impacto cultural. Loos escreveu várias críticas de cinema, sobre o design dos cenários.</p>
<p>Desde o momento em que surge, a crítica cultural de Loos nunca deixou de provocar controvérsia e indignação. Escrita na linguagem do seu tempo, lê-se como uma polémica de uma outra era, que permanece contudo actual. Um dos objectivos principais da exposição é captar o estranho sentido de contemporaneidade que Loos transmite, frequentemente da forma mais imperceptível.</p>
<p>A exposição segue para o MAK, Viena, em Março de 2013 e é apresentada mais tarde na Galeria da GSAPP da Universidade de Columbia, na cidade de Nova Iorque, em paralelo com um simpósio que decorrerá no MoMA.</p>
<p><strong>Inauguração</strong> dia 8 de dezembro 18h</p>
<p><strong>Mesa Redonda</strong> dia 8 de dezembro 19h30, moderada pelo arquitecto Joaquim Moreno com:<br />
Yehuda E. Safran &#8211; comissário da exposição<br />
Hermann Czech &#8211; arquitecto<br />
Rainald Franz &#8211; comissário do MAK, Viena</p>
<p>Esta exposição faz parte da Programação da área de Cinema da CEC2012 e contou com o apoio da Embaixada da Áustria</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p>Até 4 de fevereiro 2013</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ângelo de Sousa: &#8220;Uma Escultura&#8221; (1972) /3 novembro-2 dezembro</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/angelo-de-sousa-uma-escultura-1972-3-novembro-2-dezembro</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 16:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração 3 novembro, 18h “Uma Escultura” é o título de um filme Super 8 realizado por Ângelo de Sousa na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa em Maio de 1972. O filme reproduziu, física e conceptualmente, as esculturas, cujo experimentalismo conferiu a Ângelo de Sousa, uma Menção Honrosa do prémio Soquil, atribuído pela secção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/post2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2470" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/post2.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Inauguração 3 novembro, 18h</p>
<p>“Uma Escultura” é o título de um filme Super 8 realizado por Ângelo de Sousa na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa em Maio de 1972. O filme reproduziu, física e conceptualmente, as esculturas, cujo experimentalismo conferiu a Ângelo de Sousa, uma Menção Honrosa do prémio Soquil, atribuído pela secção portuguesa da A.I.C.A.. A cópia digitalizada do filme &#8220;Uma Escultura&#8221; (1972) vai ser apresentada pela primeira vez no CAAA, a par da escultura e de documentos como o guião do filme, fotografias da exposição e maquetes de trabalho. A exposição simultânea do filme, da escultura e de vários outros documentos, reforça a cumplicidade explorada por Ângelo de Sousa entre os diferentes suportes artísticos e amplia o conhecimento e a percepção individual destes objectos.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Galeria #3</p>
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		<title>Silvino Santos, Um Europeu na Amazónia /3 novembro-2 dezembro</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 10:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inauguração 3 novembro 18h Silvino Santos (1886-1970) viajou, ainda novo, para a floresta amazónica. Financiado por um seringalista, rumou a Paris, onde estou cinema com os irmãos Lumière. De regresso ao Brasil, durante a década de 20 do século XX, foi autor de uma obra documental sobre a grande floresta e os seringais. Silvino Santos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/post1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2451" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/post1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Inauguração 3 novembro 18h</p>
<p>Silvino Santos (1886-1970) viajou, ainda novo, para a floresta amazónica. Financiado por um seringalista, rumou a Paris, onde estou cinema com os irmãos Lumière. De regresso ao Brasil, durante a década de 20 do século XX, foi autor de uma obra documental sobre a grande floresta e os seringais. Silvino Santos, Um Europeu na Amazónia apresenta-nos a vida deste cineasta e uma selecção da sua obra fotográfica e cinematográfica.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Galeria #1, #2</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ana Cardoso &#8220;um lugar a meias&#8221; /3 novembro-2 dezembro</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 09:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração 3 de novembro, 18h um lugar a meias consiste numa série de desenhos realizados sobre folhas de jornal, onde a criação de narrativas, procura abordar questões inerentes ao diário gráfico, enquanto arquivo. Procura-se um lugar a meias, que reside no espaço entre o que é a matéria de intervenção e a intervenção em si [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2444" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/post.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Inauguração 3 de novembro, 18h</p>
<p><em>um lugar a meias</em> consiste numa série de desenhos realizados sobre folhas de jornal, onde a criação de narrativas, procura abordar questões inerentes ao diário gráfico, enquanto arquivo.<br />
Procura-se um<em> lugar a meias</em>, que reside no espaço entre o que é a matéria de intervenção e a intervenção em si mesma, e que apenas culmina no olhar e memórias do observador.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Galeria #3</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Made-In Mesa Redonda e anúncio dos vencedores /27 outubro 21h30</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 15:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[O júri dará a conhecer os vencedores do Made-In. Tratou-se de um concurso internacional de ideias para obras de arte pública de caráter permanente, com o objetivo de reconfigurar cinco espaços públicos da cidade de Guimarães, para além de 2012. Os quatro lavadouros públicos onde serão instaladas as obras localizam-se no centro da cidade e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O júri dará a conhecer os vencedores do Made-In. Tratou-se de um concurso internacional de ideias para obras de arte pública de caráter permanente, com o objetivo de reconfigurar cinco espaços públicos da cidade de Guimarães, para além de 2012. Os quatro lavadouros públicos onde serão instaladas as obras localizam-se no centro da cidade e na sua periferia, no caminho definido pelo curso de água da Ribeira de Couros entre a Costa e a Veiga de Creixomil.</p>
<p>Mesa Redonda com:<br />
Aldo Rinaldi<br />
Barbara Holub<br />
Gabriela Vaz-Pinheiro<br />
Patricia Brown<br />
Ricardo Bastos Areias</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Filmes de Bolso /9 outubro 21h30</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/filmes-de-bolso-9-outubro-21h30</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[I parte Pequenos filmes experimentais em Super 8mm , onde se exploram técnicas como o time lapse, o stop motion, a película riscada e pintada, a antítese musical, com efeitos irónicos, anestésicos e hipnóticos . Vacas Conde Ferreira Airway to steven Autophobia Conversa Mole Castelo Neuer Fruhling Scratch Friendly Fire Light Travel For Plus &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/barba.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2373" title="barba" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/barba.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>I parte </strong></p>
<p>Pequenos filmes experimentais em Super 8mm , onde se exploram técnicas como o time lapse, o stop motion, a película riscada e pintada, a antítese musical, com efeitos irónicos, anestésicos e hipnóticos .</p>
<p>Vacas<br />
Conde Ferreira<br />
Airway to steven<br />
Autophobia<br />
Conversa Mole<br />
Castelo<br />
Neuer Fruhling<br />
Scratch<br />
Friendly Fire<br />
Light Travel<br />
For Plus &#8211; X<br />
Adormecido</p>
<p><strong>II Parte</strong></p>
<p><strong>BARBA</strong><br />
Parado no tempo, um trio de personagens pré-históricos habita ao redor de uma anta. Um deles, hiperativo, tenta despertar emoções aos seus companheiros, através de invenções e obras de arte. Um estranho objecto em osso, que reenquadra a realidade, vai despoletar a cobiça e a inveja entre eles.<br />
Alegoria em Super 8, sobre Portugal e o comportamento colectivo do seu povo.</p>
<p>/ PAULO ABREU REALIZAÇÃO<br />
/ ANDRÉ GIL MATA, FREDERICO LOBO, JORGE QUINTELA, PEDRO BASTOS ACTORES<br />
/ PAULO ABREU FOTOGRAFIA, MONTAGEM DE IMAGEM E SOM<br />
/ RICARDO FREITAS FOTOGRAFIA, MONTAGEM DE IMAGEM E SOM<br />
/ SOFIA PEREIRA DIRECÇÃO DE ARTE<br />
/ SUSANA ABREU GUARDA ROUPA´<br />
/ VITOR RUA MÚSICA<br />
/ JOÃO PEDRO GOMES PÓS PRODUÇÃO<br />
/ RODRIGO AREIAS PRODUTOR<br />
/ SUPER 8 P/B 22MIN 2011<br />
/ BANDO À PARTE</p>
<p>Duração: 60m<br />
Entrada Gratuita<br />
F. Etária: M/6</p>
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		<title>Siza Vieira &#8211; O Arquitecto e a Cidade Velha /15 outubro 21h30</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Um arquitecto, Álvaro Siza, e a sua equipa, são chamados a coordenar o projecto de recuperação da Cidade Velha, na ilha de Santiago, em Cabo Verde. O objectivo final é a candidatura desta cidade a Património Mundial da Unesco. A Cidade Velha é um local histórico: anteriormente chamada Ribeira Grande, foi a primeira cidade fundada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/SV1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2397" title="SV" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/SV1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Um arquitecto, Álvaro Siza, e a sua equipa, são chamados a coordenar o projecto de recuperação da Cidade Velha, na ilha de Santiago, em Cabo Verde. O objectivo final é a candidatura desta cidade a Património Mundial da Unesco.<br />
A Cidade Velha é um local histórico: anteriormente chamada Ribeira Grande, foi a primeira cidade fundada pelos portugueses em Cabo Verde (1462). Todo este processo suscita na população local grandes expectativas quanto à melhoria das suas condições de vida.<br />
Este filme conta a história do encontro entre estes dois mundos, o do arquitecto e o da população, acompanhando ao longo de três anos algumas das histórias que aconteceram&#8230;</p>
<p>Entrada Livre<br />
Duração: 72m<br />
M/6</p>
<p><strong>CATARINA ALVES COSTA</strong> REALIZAÇÃO<br />
<strong>JOÃO RIBEIRO, CATARINA ALVES COSTA</strong> IMAGEM<br />
<strong>OLIVIER BLANC</strong> SOM<br />
<strong>DOMINIQUE PARIS, PEDRO DUARTE</strong> MONTAGEM<br />
<strong>TITO PARIS</strong> MÚSICA<br />
<strong>CATARINA MOURÃO</strong> PRODUTORA EXECUTIVA<br />
<strong>SYLVIE RANDONNEIX</strong> PRODUÇÃO ASSOCIADA<br />
<strong>LARANJA AZUL</strong> PRODUÇÃO<br />
<strong>JOUR J. PRODUCTIONS</strong> CO-PRODUÇÃO<br />
<strong>ICAM, RTP, MEDIA DISTRIBUIÇÃO, IA, INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO, CNC, UNESCO, DAPA, MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS FRANCÊS, VOISÉNART, RAI SAT, CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO</strong> APOIO FINANCEIRO<br />
PORTUGAL<br />
2003</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reconversão /16 outubro 21h30</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[“Reconversão” retrata 17 edifícios e projectos do arquitecto portuense Eduardo Souto Moura, acompanhados pelos seus próprios escritos. É uma investigação sobre a sua arquitectura, sem comentário crítico. Apenas o guia no Estádio de Braga oferece algumas generalizações, que se ajustam bastante bem à obra, mas esta pode ser a excepção, não a regra. Souto Moura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/Reconversao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2392" title="Reconversao" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/Reconversao.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>“Reconversão” retrata 17 edifícios e projectos do arquitecto portuense Eduardo Souto Moura, acompanhados pelos seus próprios escritos. É uma investigação sobre a sua arquitectura, sem comentário crítico. Apenas o guia no Estádio de Braga oferece algumas generalizações, que se ajustam bastante bem à obra, mas esta pode ser a excepção, não a regra. Souto Moura tem a última palavra: “Se ali não há nada, eu invento uma preexistência”. Tecnicamente, “Reconversão” combina a crueza do proto-cinema com o hiper-realismo do cinema digital, remetendo-nos de novo aos ideais de Dziga Vertov. Filmar um ou dois <em>frames</em> por segundo e animar as imagens à maneira de Muybridge, produz uma resolução mais elevada, embora não necessariamente um melhor sentido da realidade, e ressalta os movimentos da água e da vegetação que geralmente passam despercebidos.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Duração: 65m<br />
M/12</p>
<p><strong>THOM ANDERSEN</strong> REALIZAÇÃO<br />
<strong>THOM ANDERSEN</strong> ARGUMENTO<br />
<strong>PETER BO RAPPMUD</strong> DIRECÇÃO DE FOTOGRAFIA<br />
<strong>CHRISTINE CHANG</strong> SOM<br />
<strong>GNR</strong> MÚSICA<br />
<strong>DARIO OLIVEIRA, CURTAS METRAGENS C.R.L. </strong>PRODUÇÃO<br />
PORTUGAL<br />
2012</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Oscar Niemeyer &#8211; A Vida é um Sopro /17 outubro 21h30</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível contar a história de um povo através da sua arquitectura? Dizem que o aspecto mais importante da aparência dos edifícios está no que vislumbramos a respeito das sociedades que os construíram. Seguindo este raciocínio, podemos afirmar que a arquitectura de Oscar Niemeyer e outros arquitectos da sua geração é, com certeza, o que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/ON.png"><img class="alignleft size-full wp-image-2388" title="ON" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/ON.png" alt="" width="150" height="150" /></a>É possível contar a história de um povo através da sua arquitectura? Dizem que o aspecto mais importante da aparência dos edifícios está no que vislumbramos a respeito das sociedades que os construíram.<br />
Seguindo este raciocínio, podemos afirmar que a arquitectura de Oscar Niemeyer e outros arquitectos da sua geração é, com certeza, o que de melhor o Brasil produziu. Uma arquitectura com alma própria, inspirada na geografia de nosso país, que acabaria por influenciar arquitectos no mundo inteiro.<br />
Oscar Niemeyer – A Vida é um Sopro é um filme que, sem pretender ser inovador ou genial como o personagem que lhe serve de tema, procura se pautar na clareza de suas linhas e na poética de suas formas, para (re)construir a história do maior ícone da Arquitectura Moderna Brasileira. Uma história indissociavelmente ligada às transformações do país neste último século.<br />
No documentário, de 90 minutos, o arquitecto conta de forma descontraída como concebeu seus principais projectos. Mostra como revolucionou a Arquitectura Moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. Fala também sobre sua vida, seu ideal de uma sociedade mais justa e de questões metafísicas como a insignificância do Homem diante do Universo.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Duração: 90m<br />
M/6</p>
<p><strong>FABIANO MACIEL</strong> REALIZAÇÃO<br />
<strong>FABIANO MACIEL</strong> ARGUMENTO<br />
<strong>SACHA</strong> PRODUÇÃO EXECUTIVA<br />
<strong>PRISCILLA MARTINS CELESTE</strong> PRODUÇÃO ASSOCIADA<br />
<strong>MARCO OLIVEIRA, JACQUES CHEUICHE</strong> DIRECÇÃO DE FOTOGRAFIA<br />
<strong>JOANA COLLIER, NINA GALANTERNICK, JORDANA BERG</strong> MONTAGEM<br />
<strong>JOÃO DONATO, BERNA CEPPAS, KASSIM, FELIPE POLI</strong> MÚSICA<br />
<strong>BRUNO FERNANDES, ROBERTO RIVA</strong> SOM<br />
<strong>BRIAN HIGGIN</strong> EDIÇÃO DE SOM<br />
<strong>EDUARDO SANTOS / TAPE TO TAPE BERNARDO COSTA</strong> DIRECÇÃO DE ARTE<br />
<strong>ANDREA BARROS PÓS-PRODUÇÃO LILI CARIELLO</strong> DIRECÇÃO DE PRODUÇÃO<br />
<strong>EDUARDO GUEDES, NUNO GODOLPHIN</strong> PESQUISA<br />
<strong>SANTA CLARA COMUNICAÇÃO</strong> PRODUÇÃO<br />
2006<br />
BRASIL</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Rem Koolhaas &#8211; Uma Espécie de Arquitecto /18 outubro 21h30</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/rem-koolhaas-uma-especie-de-arquitecto-18-outubro-21h30</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito raro um arquitecto causar tanta sensação fora do seu circuito profissional como o holandês Rem Koolhaas. As suas espantosas criações como a Embaixada da Holanda em Berlim, a Biblioteca de Seattle, a Casa da Música no Porto e o Guggenheim Heritage Museum em Las Vegas são exemplos práticos das teorias urbanísticas do holandês. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/RK.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2385" title="RK" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/RK.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>É muito raro um arquitecto causar tanta sensação fora do seu circuito profissional como o holandês Rem Koolhaas. As suas espantosas criações como a Embaixada da Holanda em Berlim, a Biblioteca de Seattle, a Casa da Música no Porto e o Guggenheim Heritage Museum em Las Vegas são exemplos práticos das teorias urbanísticas do holandês.<br />
O trabalho de Koolhaas não se centra apenas na construção de edifícios mas também nas ideias que lhes estão subjacentes; é igualmente admirado enquanto escritor e analista social, o seu livro de 1978, New York: A Retroactive Manifesto for Manhattan, é considerado um texto seminal sobre a sociedade moderna.<br />
Rem Koolhaas: Uma Espécie de Arquitecto é um envolvente retrato que nos conduz pelo percurso multidisciplinar deste visionário considerado em 2008 uma das 100 pessoas mais influentes no mundo pela revista Time.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Duração: 97m<br />
M/6<br />
<strong><br />
MARKUS HEIDINGSFELDER E MIN TESCH</strong> REALIZAÇÃO<br />
<strong>HEIDINGSFELDER TESCH</strong> PRODUÇÃO<br />
<strong>MARKUS HEIDINGSFELDER</strong> ARGUMENTO<br />
<strong>MIN TESCH</strong> ANIMAÇÃO<br />
<strong>STEFAN KOZALLA (AKA ADOLF NOISE)</strong> MÚSICA<br />
2007<br />
ALEMANHA</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nuno Teotónio Pereira &#8211; Um Homem na Cidade /19 outubro 21h30</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/nuno-teotonio-pereira-um-homem-na-cidade-19-outubro-21h30</link>
		<comments>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/nuno-teotonio-pereira-um-homem-na-cidade-19-outubro-21h30#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.centroaaa.org/?p=2381</guid>
		<description><![CDATA[Nuno Teotónio Pereira é conhecido sobretudo como arquitecto. Mas ao longo da sua vida ele foi também muitas outras coisas. Mesmo se em todas essas coisas ele nunca deixou de ser arquitecto. E se todas essas coisas reenviam sempre ao arquitecto que ele é. Este “retrato” de Nuno Teotónio Pereira não pretende ser senão uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/NTP.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2382" title="NTP" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/NTP.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Nuno Teotónio Pereira é conhecido sobretudo como arquitecto. Mas ao longo da sua vida ele foi também muitas outras coisas. Mesmo se em todas essas coisas ele nunca deixou de ser arquitecto. E se todas essas coisas reenviam sempre ao arquitecto que ele é. Este “retrato” de Nuno Teotónio Pereira não pretende ser senão uma iniciação à sua vida e obra. Sabendo que num filme nunca cabe uma vida inteira.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Duração: 50m<br />
M/6</p>
<p><strong>JOANA CUNHA FERREIRA</strong> REALIZAÇÃO<br />
<strong>JOÃO RIBEIRO</strong> IMAGEM<br />
<strong>ARMANDA CARVALHO, OLIVIER BLANC</strong> SOM<br />
<strong>PEDRO DUARTE</strong> MONTAGEM<br />
<strong>TIAGO MATOS</strong> MISTURA DE SOM<br />
<strong>HELENA ALVES</strong> PÓS-PRODUÇÃO IMAGEM<br />
<strong>ANDREIA BERTINI</strong> COLORISTA<br />
<strong>MARCELLO URGEGHE</strong> NARRADOR<br />
<strong>JOÃO BRITO, ALEXANDRA CAIANO, JOANA CUNHA FERREIRA</strong> PRODUÇÃO<br />
<strong>PEDRO BORGES</strong> PRODUTOR<br />
<strong>INSTITUTO CAMÕES, ORDEM DOS ARQUITECTOS</strong> APOIO<br />
<strong>MIDAS FILMES</strong> PRODUÇÃO<br />
2009<br />
PORTUGAL</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esboços de Frank Gehry /20 outubro 21h30</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Frank Gehry adora fazer esboços: é o início do seu processo de trabalho. E foi este amor pelos esboços que deu a Pollack as primeiras pistas para o seu documentário. A partir dos esboços originais de Gehry para cada um dos seus projectos mais importantes, o filme explora o modo como Gehry transforma estes desenhos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/FGpost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2379" title="FGpost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/10/FGpost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Frank Gehry adora fazer esboços: é o início do seu processo de trabalho. E foi este amor pelos esboços que deu a Pollack as primeiras pistas para o seu documentário. A partir dos esboços originais de Gehry para cada um dos seus projectos mais importantes, o filme explora o modo como Gehry transforma estes desenhos abstractos, primeiro em modelos tangíveis e tridimensionais, muitas vezes feitos a partir de um cartão e fita-cola, e depois no seu resultado &#8211; edifícios de titânio e vidro, cimento e aço, madeira e pedra.<br />
Esboços de Frank Gehry, o filme sobre o reconhecido arquitecto Frank O. Gehry, é o primeiro documentário de longa-metragem do realizador Sidney Pollack. Gehry e Pollack são amigos há muitos anos, e foi Gehry quem pediu ao cineasta que assinasse este filme sobre a sua carreira.<br />
Pollack começou o projecto em 2000 e terminou-o em 2005.</p>
<p>Entrada Livre<br />
Duração: 83m<br />
M/12</p>
<p><strong><strong>SIDNEY POLLACK</strong> REALIZAÇÃO<br />
MARCUS BIRSEL, CLÁUDIO ROCHA, GEORGE TIFFIN</strong> DIRECÇÃO DE FOTOGRAFIA<br />
<strong>KAREN SCHMEER</strong> MONTAGEM<br />
<strong>CLAES NYSTROM, JONAS SORMAN</strong> MÚSICA<br />
<strong>ULTAN GUILFOYLE</strong> PRODUTOR<br />
<strong>MIRAGE ENTERPRISES</strong> PRODUÇÃO<br />
2005<br />
EUA</p>
]]></content:encoded>
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		<title>REVER A CIDADE lançamento de catálogo /4 outubro 18h30</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2012 20:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 4 de Outubro às 18h30 no CAAA é lançado o catálogo da exposição Rever a Cidade &#8211; refotografias de Inês d&#8217;Orey e Carlos Lobo de imagens da Colecção de Fotografia da Muralha. O evento contará com a presença dos autores e com intervenções dos investigadores Susana Lourenço Marques (FBAUP) e João Rosmaninho [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2218" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/post.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>No próximo dia 4 de Outubro às 18h30 no CAAA é lançado o catálogo da exposição Rever a Cidade &#8211; refotografias de Inês d&#8217;Orey e Carlos Lobo de imagens da Colecção de Fotografia da Muralha. O evento contará com a presença dos autores e com intervenções dos investigadores Susana Lourenço Marques (FBAUP) e João Rosmaninho (EAUM) que, respectivamente, lançarão o seu olhar sobre uma visão fotográfica e arquitectónica da cidade de Guimarães, a partir das imagens de arquivo e das suas refotografias feitas por Inês d&#8217;Orey e Carlos Lobo.</p>
<p>Entrada Livre</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O CAAA faz 1 ano! /6 outubro 14h30 às 24h</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 18:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[fotografia música cinema porco no espeto performance instalações cerveja vídeo desenho bolo juntem-se a nós para celebrar o primeiro ano do CAAA!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>fotografia<br />
música<br />
cinema<br />
porco no espeto<br />
performance<br />
instalações<br />
cerveja<br />
vídeo<br />
desenho<br />
bolo</p>
<p>juntem-se a nós para celebrar o primeiro ano do CAAA!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cri.D.A. /1-15 outubro</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 11:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a primeira quinzena de outubro, várias instalações sonoras interactivas vão ocupar espaços da cidade. Integradas no concurso de criação digital académica Cri.D.A, orientado para estudantes de qualquer instituição de ensino superior do Norte de Portugal, as instalações procuram promover a criatividade em arte interactiva. Através da mostra das instalações, procura-se impulsionar um contacto mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/Post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2262" title="Post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/Post.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Durante a primeira quinzena de outubro, várias instalações sonoras interactivas vão ocupar espaços da cidade.</div>
<div>
<p>Integradas no concurso de criação digital académica Cri.D.A, orientado para estudantes de qualquer instituição de ensino superior do Norte de Portugal, as instalações procuram promover a criatividade em arte interactiva. Através da mostra das instalações, procura-se impulsionar um contacto mais estreito entre estudantes destas diferentes instituições de ensino.</p>
<p>Desenvolvidas em grupo ou individualmente, as instalações serão colocadas em cinco espaços da cidade: entrada do grande auditório do Centro Cultural Vila Flor; pátio interior do Centro Cultural Vila Flor, corredor do piso 1 e galeria #4 do CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura e o centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho.</p>
<p>Entrada Livre</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>guimarães nocnoc /5, 6, e 7 outubro</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/guimaraes-nocnoc-5-6-e-7-outubro</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 10:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[O Guimarães noc noc reúne todos os artistas/projetos/espaços inscritos num roteiro artístico que se circunscreve ao centro da cidade de Guimarães. Este roteiro pela proximidade geográfica dos espaços de exposição pode ser feito de forma pedonal. A este roteiro está associado um mapa cuja distribuição será gratuita. No CAAA: R. Brito /Genoma Collection, cinema R. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2290" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/post.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O Guimarães noc noc reúne todos os artistas/projetos/espaços inscritos num roteiro artístico que se circunscreve ao centro da cidade de Guimarães. Este roteiro pela proximidade geográfica dos espaços de exposição pode ser feito de forma pedonal. A este roteiro está associado um mapa cuja distribuição será gratuita.</p>
<p>No CAAA:</p>
<p>R. Brito /<em>Genoma Collection</em>, cinema</p>
<p>R. Brito /<em>Z.A.P.</em>, instalação</p>
<p>Carla Gaspar, Filipe Rego /<em>Cíclope 3D</em>, fotografia</p>
<p>A. Matos /<em>registos CARDIO</em>, desenho</p>
<p>Entrada Livre</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pedro Bastos &#8220;les portugais sont travailleurs&#8221; + &#8220;Capitalists, Hang Yourselves!!&#8221; /13-30 outubro</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-out-nov-dez/pedro-bastos-les-portugais-sont-travailleurs-13-31-outubro</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 10:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração: 13 outubro, 16h Galeria #3, fábrica em frente Entrada Livre Matéria prima morta: 50  quilogramas de chapa zincada retirada de edifícios e armazéns abandonados 200 rebites. 500 litros de tinta fora do prazo, cedida gentilmente por Tintas Barbot. 78 metros de tubo de aço. Consumíveis: Água Trinchas Baldes Ferramentas: Berbequim Rebarbadora Martelo Foice Pá!!!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em></em></strong><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/post1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2311" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/post1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong><em> </em></strong>Inauguração: 13 outubro, 16h</p>
<p>Galeria #3, fábrica em frente</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p>Matéria prima morta:<br />
50  quilogramas de chapa zincada retirada de edifícios e armazéns abandonados<br />
200 rebites.<br />
500 litros de tinta fora do prazo, cedida gentilmente por Tintas Barbot.<br />
78 metros de tubo de aço.</p>
<p>Consumíveis:<br />
Água<br />
Trinchas<br />
Baldes</p>
<p>Ferramentas:<br />
Berbequim<br />
Rebarbadora<br />
Martelo<br />
Foice<br />
Pá!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Made-In /13-30 outubro</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 08:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[Made-In /Exposição dos 12 projectos pré-seleccionados + 3 artistas convidados Inauguração dia 13 outubro às 16h Made-In é um concurso internacional de ideias para obras de arte pública de carácter permanente, que tem por objectivo reconfigurar cinco espaços públicos da cidade de Guimarães, para além de 2012. Os quatro lavadouros públicos onde serão instaladas as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/post2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2330" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/post2.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Made-In /Exposição dos 12 projectos pré-seleccionados + 3 artistas convidados</div>
<div></div>
<div>Inauguração dia 13 outubro às 16h</div>
<p>Made-In é um concurso internacional de ideias para obras de arte pública de carácter permanente, que tem por objectivo reconfigurar cinco espaços públicos da cidade de Guimarães, para além de 2012.<br />
Os quatro lavadouros públicos onde serão instaladas as obras localizam-se no centro da cidade e na sua periferia, no caminho definido pelo curso de água da Ribeira de Couros entre a Costa e a Veiga de Creixomil.</p>
<p>O concurso surge como uma oportunidade para artistas e outros profissionais nacionais e internacionais se dedicarem à cidade de Guimarães e à sua herança, e desenvolverem ideias que enriqueçam, examinem e reflictam o seu contexto particular.</p>
<p>Assim, o Made-In afirma-se como um concurso concebido para sensibilizar para a causa dos lavadouros públicos, a sua arquitectura, a sua herança cultural e ecológica, e, durante o processo, cativar fundos para a construção das propostas, deixando um legado de ideias à cidade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Filipa Areias &#8220;A Menina e os Sete Corvos&#8221; /17-30 outubro</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Sep 2012 15:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - out / nov / dez]]></category>

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		<description><![CDATA[O conto A Menina e os Sete Corvos, dos Irmãos Grimm, foi ilustrado de forma a criar-lhe uma narrativa, complementando-o. Nesta exposição, as imagens têm principal destaque mas foram pensadas para fazer parte de um objecto mágico, o livro. Para que possam ser interpretadas num espaço mais abrangente, que fará parte da narrativa, as imagens [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/Post1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2271" title="Post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/Post1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O conto <em>A Menina e os Sete Corvos</em>, dos Irmãos Grimm, foi ilustrado de forma a criar-lhe uma narrativa, complementando-o.<br />
Nesta exposição, as imagens têm principal destaque mas foram pensadas para fazer parte de um objecto mágico, o livro.<br />
Para que possam ser interpretadas num espaço mais abrangente, que fará parte da narrativa, as imagens colam-se às paredes e de repente formam uma floresta.<br />
Sem o texto, o observador criará a sua própria narrativa, mais ou menos próxima à original, mas não menos verdadeira.<br />
A finalidade será o pensamento, a imaginação e a criatividade por parte do observador.</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p>Galeria #4</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>KungFuTrunx/Frankenstein /29 setembro 22h</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2012 17:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[KungFuTrunx/Frankenstein: Composto por 3 elementos, surgido a partir de um desafio proposto pelo Cineclube de Guimarães, este projecto é uma espécie de banda sonora do filme “Frankenstein”, realizado por James Whale em 1931. Enquanto o filme é projectado, a banda vai tocando e acompanhando “ao vivo” toda a acção da película. Ambientes negros e rasgos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/KFTpost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2256" title="KFTpost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/09/KFTpost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>KungFuTrunx/Frankenstein: Composto por 3 elementos, surgido a partir de um desafio proposto pelo Cineclube de Guimarães, este projecto é uma espécie de banda sonora do filme “Frankenstein”, realizado por James Whale em 1931. Enquanto o filme é projectado, a banda vai tocando e acompanhando “ao vivo” toda a acção da película. Ambientes negros e rasgos de electroterror penetram portentosamente pela sala escura… Miguel Ribeiro: Guitarra, voz, teclados, samplagens e programações Bruno Ferreira: Bateria e percussões Pedro Paredes: Baixo e guitarra portuguesa Duração: 1h10m Entrada: 4€</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>EXP#01 /29 agosto a 4 setembro</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-jul-ago-set/exp01-29-agosto-a-5-setembro</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 10:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[EXP#01 Mostra final da Pós-graduação em Fotografia da Escola das Artes, UCP A exposição EXP#01 no CAAA apresenta uma selecção dos trabalhos finais dos alunos do curso de Pós-graduação em Fotografia da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Os trabalhos presentes nesta exposição não são apenas o culminar de um percurso académico mas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/Post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2233" title="Post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/Post.jpg" alt="" width="145" height="150" /></a><strong>EXP#01</strong></p>
<p><strong>Mostra final da Pós-graduação em Fotografia da Escola das Artes, UCP</strong></p>
<p>A exposição <strong>EXP#01</strong> no CAAA apresenta uma selecção dos trabalhos finais dos alunos do curso de Pós-graduação em Fotografia da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Os trabalhos presentes nesta exposição não são apenas o culminar de um percurso académico mas sim uma etapa que desejamos inicial para cada dos autores aqui presentes. Todos eles apresentam trabalhos e técnicas bastante distintas, e todos eles são originais na sua abordagem a temas clássicos da História da Fotografia como o retrato, a paisagem ou a chamada <em>street photography</em>. Alguns trabalhos são mais pessoais e intimistas, outros poderão parecer mais neutros e distantes, mas todos eles demonstram caminhos e interpretações possíveis que cada um dos autores decidiram seguir na sua obra fotográfica.</p>
<p>Entrada Livre</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>REVER A CIDADE /7 setembro a 7 outubro</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 09:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[REVER A CIDADE Refotografias de Inês d&#8217;Orey e Carlos Lobo de imagens da Colecção de Fotografia da Muralha Inauguração dia 7 de setembro às 19h A partir de uma selecção de imagens da Colecção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, os fotógrafos Carlos Lobo e Inês d&#8217;Orey levam a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2218" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/post.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><em><strong>REVER A CIDADE</strong></em><br />
Refotografias de Inês d&#8217;Orey e Carlos Lobo de imagens da Colecção de Fotografia da Muralha<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Inauguração</strong> dia 7 de setembro às 19h</p>
<p>A partir de uma selecção de imagens da Colecção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, os fotógrafos Carlos Lobo e Inês d&#8217;Orey levam a cabo um trabalho de refotografia da cidade de Guimarães. Explorando sentidos latentes nas imagens de um arquivo fotográfico em construção, os dois fotógrafos abordam, nas suas linguagens e estéticas distintas, a percepção do tempo e da sua passagem através da criação de novas imagens que atribuem um novo sentido às imagens de arquivo: espaços, ausências, mudanças e permanências apresentam-se-nos através de uma renovadora relação fotográfica.<br />
A Colecção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é composta por cerca de cinco mil placas de vidro em gelatino-brometo de prata. Provenientes da Foto Eléctrica-Moderna, retratam a cidade desde o final do Século XIX até à década de sessenta do Século XX. O projecto Reimaginar Guimarães, da Área de Cinema e Áudiovisual da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, tem, ao longo do ano, levado a cabo uma operação de limpeza, digitalização e legendagem destas imagens, sua exposição, edição e partilha.</p>
<p><strong>Lançamento do catálogo</strong> 4 de Outubro de 2012 às 18h30</p>
<p>Galeria #1, #2, #3<br />
Entrada Livre</p>
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		<title>O FILME DA MINHA VIDA #3  Sétimo Selo /7-28 setembro</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 16:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[A colecção O FILME DA MINHA VIDA faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas. A terceira exposição tem como nome [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/7ºseloPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2252" title="7ºseloPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/08/7ºseloPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A colecção <em>O FILME DA MINHA VIDA</em> faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas.<br />
A terceira exposição tem como nome <em>SÉTIMO SELO</em>, de Jorge Nesbiit inspirado no filme homónimo de Ingmar Bergman.</p>
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		<title>SKYLIGHT /4 &#8211; 26 agosto</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 10:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[Skylight, Jorge Santos Inauguração dia 4 agosto às 18h Jorge Santos é um desses artistas que se ocupam do imaterial. Um desses artistas que, mais do que das coisas em si, se ocupam das relações entre nós e as coisas, dos fenómenos naturais e dos processos de percepção. Possui essa veia exploradora partilhada pelos poetas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/SkylightPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2160" title="SkylightPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/SkylightPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong><em>Skylight</em></strong>, Jorge Santos</p>
<p>Inauguração dia 4 agosto às 18h</p>
<p>Jorge Santos é um desses artistas que se ocupam do imaterial. Um desses artistas que, mais do que das coisas em si, se ocupam das relações entre nós e as coisas, dos fenómenos naturais e dos processos de percepção. Possui essa veia exploradora partilhada pelos poetas e cientistas. E sob a influência desse afã indagatório, constrói espaços que são pequenos poemas visuais cuja beleza formal podemos desfrutar em si mesma; e ainda, ao degustarmo-los, descobrimos, aberto bem ao fundo do paladar, essa presença intensa de sabor onde se revela uma multiplicidade de sombras. Uma multiplicidade de associações de ideias que, num instante, chocam na retina; porque as “vemos”, revivemo-las; como se o impulso eléctrico lançado pelo nosso aparelho ocular ao sistema nervoso viesse agora devolvido pelo cérebro, numa espécie de inversão do processo perceptivo.</p>
<p>Ana Lamata</p>
<p>+info: <a href="http://www.jorgesantos.net/" target="_blank">Jorge Santos</a></p>
<p>entrada livre</p>
<p>galeria #3</p>
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		<title>Subtopia /4 &#8211; 26 agosto</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 15:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[Subtopia, Paulo Catrica Inauguração dia 4 agosto às 18h Como fragmentos visuais de um todo inexistente as fotografias de Subtopia pretendem criar uma new town imaginada. Juntam cinco cidades, das trinta e duas construídas no Reino Unido entre o final da década de quarenta e os anos oitenta do século passado. Cidades planeadas em momentos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/SubtopiaPost1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2170" title="SubtopiaPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/SubtopiaPost1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong><em>Subtopia</em></strong>, Paulo Catrica</p>
<p>Inauguração dia 4 agosto às 18h</p>
<p>Como fragmentos visuais de um todo inexistente as fotografias de <em>Subtopia</em> pretendem criar uma <em>new town</em> imaginada. Juntam cinco cidades, das trinta e duas construídas no Reino Unido entre o final da década de quarenta e os anos oitenta do século passado. Cidades planeadas em momentos históricos e políticos distintos &#8211; Stevenage (1946), Harlow (1947), Cumbernauld (1955) Runcorn (1964) and Milton Keynes (1967).</p>
<p>Assumindo uma perspectiva descritiva, as fotografias consideram a paisagem como um enunciado cultural,  olhando o urbanismo e a arquitectura como paradigmas da disciplina e organização do espaço publico.  Na sua condição subjectiva, como documentos e representações artísticas ensaiam uma alegoria do programa da New Towns do Reino Unido.</p>
<p>Paulo Catrica</p>
<p>entrada livre</p>
<p>galeria #1, #2</p>
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		<title>VídeoGang, colectivo &#8220;New Light Pictures&#8221; /15 julho 21h30</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2012 16:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta sessão do VideoGang apresenta-se a New Light Pictures. Um interessante colectivo que surgiu recentemente em Portugal à margem da lógica centralista da produção audiovisual. Sediados em Almancil, no Algarve, são um grupo de amigos que construiu um espírito de iniciativa e de desenrasque para conseguir concretizar uma base de produção sustentável que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/videogangPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2110" title="videogangPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/videogangPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Nesta quinta sessão do VideoGang apresenta-se a <em>New Light Pictures</em>. Um interessante colectivo que surgiu recentemente em Portugal à margem da lógica centralista da produção audiovisual. Sediados em Almancil, no Algarve, são um grupo de amigos que construiu um espírito de iniciativa e de desenrasque para conseguir concretizar uma base de produção sustentável que tem vindo a surpreender com as suas propostas de arrojo técnico com parcos recursos. Foram os criadores de um dos fenómenos recentes das redes sociais, a curta “O Comando”.<br />
Estará presente um dos seus mentores criativos para falar dos seus trabalhos e das estratégias para conseguir viabilizar uma plataforma de produção à margem dos centros de decisão e de influência.</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p>Maiores de 12</p>
<p>35min</p>
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		<title>Escorbuto /21 julho 21h30, 22 julho 16h e 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 09:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[Um capitão iluminado. Um capelão alcoólico. Um marinheiro sorumbático. Um bombardeiro fodilhão. Um calafate meio-morto. Um grumete tenrinho. Um despenseiro vítima de bullying. Nestes preparos foi a nau de Santa Cristina para Índia, corria o ano da graça de mil cinco e quarenta e seis. Co-produção: Associação Arte à Parte, TAGV (Teatro Académico de Gil [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/escorbutoPost01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2104" title="escorbutoPost01" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/escorbutoPost01.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Um capitão iluminado.</em><br />
<em>Um capelão alcoólico.</em><br />
<em>Um marinheiro sorumbático.</em><br />
<em>Um bombardeiro fodilhão.</em><br />
<em>Um calafate meio-morto.</em><br />
<em>Um grumete tenrinho.</em><br />
<em>Um despenseiro vítima de bullying.</em><br />
<em>Nestes preparos foi a nau de Santa Cristina para Índia, corria o ano da graça de mil cinco e quarenta e seis.</em></p>
<p>Co-produção: Associação Arte à Parte, TAGV (Teatro Académico de Gil Vicente), TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra) e UC (Universidade de Coimbra)</p>
<p>Dramaturgia e Encenação: Ricardo Vaz Trindade</p>
<p>Inspirado num texto original de Pedro Monteiro e Rodrigo Monteiro<br />
Música Original (interpretada ao vivo): Ricardo Pinto<br />
Interpretação: Carlota Rebelo, Filipe Madeira, Joana Santos, Maria Inês Pinela, Mariana Ferreira, Marta Félix e Nádia Iracema<br />
Produção Executiva: Adélia Pinto, Maria Inês Pinela e Marta Félix</p>
<p>Apresentações:<br />
Dia 21 julho às 21:30h<br />
Dia 22 julho às 16:00h e 21:30h</p>
<p>Entrada: 5€</p>
<p><strong>Notas de Encenação</strong></p>
<p>“O mar, a mim, não me diz nada.”<br />
2006, Anónimo</p>
<p>O “Caralho” é ainda hoje utilizado, na gíria náutica, para descrever o cesto da gávea no mastro grande, o ponto de observação mais alto – e mais desconfortável – do navio. Ir “para o Caralho” não é só uma ordem para um expediente naval, mas também uma represália implícita a um qualquer marinheiro a precisar de um correctivo na sua conduta.</p>
<p>Não precisamos de generalizar esta parábola: não é difícil imaginar que a vida a bordo de um navio – num ambiente dominado pela testosterona – é um constante arrufo de impropérios, injúrias e rituais de chacota. Se a isto adicionarmos a precariedade e a lógica do “a qualquer custo” das quase mil armadas portuguesas que fizeram a Carreira da Índia entre os séculos XV e XVII, temos qualquer coisa como um mau filme de terror sem efeitos especiais, uma espécie de parente pobre e feio dos modernos filmes de piratas, cujas memórias e relatos dos eventos mais vulgares fariam corar de vergonha e asco os redactores dos manuais escolares do século XXI.</p>
<p>A doença do Escorbuto, causada pela carência grave de vitamina C, e que atacava sem piedade as tripulações da Idade Média, é a alegoria que escolhemos para sintetizar o lado menos notável dos Descobrimentos, um reverso da moeda carregado de escatologia, abusos, inaptidão técnica, favores políticos e todo o tipo de corruptelas, mas também de coragem e uma crescente fé em Deus (na devida proporção dos perigos a que a empreitada estava sujeita).</p>
<p>“Escorbuto” põe em cena a história <em>trashico-marítima</em> de sete tripulantes a caminho da Índia, no espaço claustrofóbico da “espera” (o piso abaixo do convés) da nau de Sta. Cristina, em 1546, sob o reinado de D. João III.<br />
O texto, inspirado num original homónimo de Pedro Monteiro e Rodrigo Monteiro, foi construído a partir de improvisos com os actores, num regime de colaboração criativa. É portanto uma ficção subjectiva e subjugada ao absurdo e ao grotesco, duas premissas iniciais do trabalho. Distancia-se das euforias glorificadoras e conformismos históricos, realidades muitas vezes maquilhadas pela pena “cosmética” dos escrivães de bordo e concentra-se nas relações humanas e na tipificação das personagens, das suas rotinas e das suas idiossincrasias. Tentamos repôr nas entrelinhas da História a massa anónima dos milhares de homens e mulheres que também tinham as suas utopias privadas, muito diferentes daquelas que moveram os heróis famosos dos Descobrimentos.</p>
<p>Para além de tudo isto, “Escorbuto” é uma comédia absurda. Mais uma, aliás, que depois de “Deus – uma peça” – uma produção de 2010 deste mesmo grupo de actores (sobretudo de actrizes) – confirma que esta troupe tem jeitinho para fazer rir. O nosso projecto seguinte, para completar a trilogia, é fazer uma encenação de oito horas do Guerra e Paz do Tolstói, num registo de imobilidade e sublimação do nada. Estão todos convidados.</p>
<p>Ricardo Vaz Trindade<br />
Julho de 2012</p>
<p><strong>Ficha Técnica e Artística</strong></p>
<p>Assistência de Encenação<br />
Margarida Vilaça</p>
<p>Cenografia<br />
Pedro Brígida | Ricardo Vaz Trindade</p>
<p>Figurinos e Adereços<br />
Ricardo Vaz Trindade | TEUC</p>
<p>Operação de Som<br />
Filipa Lima</p>
<p>Desenho de Luz<br />
Ana Fernandes | Ricardo Vaz Trindade</p>
<p>Operação de Luz<br />
Ana Fernandes</p>
<p>Maquilhagem<br />
Mariana Roxo</p>
<p>Voz-off<br />
Rita Moreira</p>
<p>Cartaz<br />
Alexandre Esgaio</p>
<p>Apoios<br />
A CABRA | Bonifrates | CITAC | Escola da Noite | MAFIA | República Baco | RUC | TAGV | UC | viv’Arte |</p>
<p>Agradecimentos<br />
Augusto Monteiro, Paulo Lima, Rafela Bidarra, Ricardo Seiça Salgado, Xénon Cruz</p>
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		<item>
		<title>Strings of Thought /11, 12, 13 julho 22h</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-jul-ago-set/strings-of-thought-12-13-14-julho-22h</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2012 16:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[Strings of Thought é uma peça de dança contemporânea que usa os media digitais como parte duma cenografia interativa. Neste solo, o performer está preso a vários cabos suspensos em diferentes pontos do espaço, cada um com a capacidade de controlar som, luz e texto. Estes representam as abstrações dos nossos dogmas pessoais, condicionando o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2011/11/PerformLigiaTeixeira.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1003" title="PerformLigiaTeixeira" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2011/11/PerformLigiaTeixeira.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a>Strings of Thought é uma peça de dança contemporânea que usa os media digitais como parte duma cenografia interativa.</div>
<div>
<p>Neste solo, o performer está preso a vários cabos suspensos em diferentes pontos do espaço, cada um com a capacidade de controlar som, luz e texto. Estes representam as abstrações dos nossos dogmas pessoais, condicionando o movimento e dexteridade do corpo, ao mesmo tempo que revelam a luta interna de quem somos e quem desejaríamos ser.</p>
<p>Ivan Franco e Lígia Teixeira têm desde 2006 desenvolvido várias peças performativas que pretendem explorar a capacidade de interação física com sistemas interativos, tentando criar uma verdadeira aproximação ao diálogo entre o corpo e a máquina.</p>
</div>
<div></div>
<div>5€</div>
<div></div>
<div><strong>Ficha Técnica</strong></div>
<div>Direção Artística: Lígia Teixeira e Ivan Franco<br />
Coreografia e Interpretação: Lígia Teixeira<br />
Música e Sonoplastia: Ivan Franco<br />
Desenho de Luz: David Palma<br />
Texto Original, Voz Off: Liza Wade Green<br />
Consultoria Artística: David Grubbs / Pima Mfa<br />
Supervisão Sistema Técnico: Prof. Dr. António Caetano Monteiro, Prof. Dr. Pedro Branco, Prof. Dr. Nelson Zagalo, Universidade do Minho<br />
Construção do Sistema Técnico e Interactivo: Prof. Dr. Caetano Monteiro, Pedro Ramôa, Vítor Faria, Vítor Neto (Departamento de Mecânica da U.M.) e Ivan Franco<br />
Produção: Milliways &#8211; Associação Cultural<br />
Coprodução: Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura<br />
Parcerias: Universidade do Minho, 3ld Art, Technology Center<br />
Projeto Financiado pela Secretaria de Estado da Cultura / DGArtes (Direcção Geral das Artes)</div>
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		<item>
		<title>GRASSROOTS MAPPING EM GUIMARÃES /18 julho 19h</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2012 11:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[James Bridle é um escritor, editor e tecnólogo baseado em Londres, Reino Unido. Uma das paixões de James é o mapeamento. Quer para coisas úteis ou coisas muito peculiares, ele provavelmente já o fez. James já visitou Guimarães em Maio e fez uma oficina low tech (Andando pelas ruas) no LCD. Os participantes mapearam a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/grassrootsPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2073" title="grassrootsPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/07/grassrootsPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>James Bridle é um escritor, editor e tecnólogo baseado em Londres, Reino Unido. Uma das paixões de James é o mapeamento. Quer para coisas úteis ou coisas muito peculiares, ele provavelmente já o fez. James já visitou Guimarães em Maio e fez uma oficina low tech (Andando pelas ruas) no LCD. Os participantes mapearam a cidade usando &#8216;papeis andantes&#8217; e têm adicionando a este desde então. Em Julho James irá apresentar uma oficina chamada <em>Walking the Sky/Andando pelo céu</em> , onde os participantes irão criar um mapa aéreo da cidade, utilizando balões meteorológicos e câmaras. Veja http://grassrootsmapping.org/ para algumas das técnicas utilizadas.</p>
<p>Na apresentação James irá revelar alguns dos resultados das duas oficinas e falar sobre os princípios de mapeamento, o que significa para uma cidade ser aberta e como é importante ter controlo sobre este tipo de dados.<br />
A apresentação é aberta a todos, incluindo aqueles que participaram na oficina no LCD durante o dia. Irá começar às 19h00 no CAAA e durará uma hora. Haverá espaço para perguntas no final (aberto a todos, primeiro a chegar, primeiro a servir-se).</p>
<p>Para mais informações sobre o programa Cidade Aberta: www.watershed.co.uk / opencity<br />
www.facebook.com / opencidade</p>
<p>A apresentação será em Inglês<br />
Entrada Gratuita<br />
Galeria #4</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A POSSIBILIDADE DE UMA FUGA /14 &#8211; 29 julho</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-jul-ago-set/a-possibilidade-de-uma-fuga-14-31-julho</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 16:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração dia 14 de junho às 18h O vídeo de João Paulo Serafim “A Possibilidade de uma Fuga” é apresentado na galeria do CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura em Guimarães, Capital Europeia da Cultura  2012. Transpondo as fronteiras da fotografia e do plano bi-dimensional, o artista integra o espaço, a dança [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/FugaPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2051" title="FugaPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/FugaPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Inauguração dia 14 de junho às 18h</p>
<p>O vídeo de João Paulo Serafim “A Possibilidade de uma Fuga” é apresentado na galeria do CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura em Guimarães, Capital Europeia da Cultura  2012.</p>
<p>Transpondo as fronteiras da fotografia e do plano bi-dimensional, o artista integra o espaço, a dança e a imagem em movimento para criar um diálogo entre campos artísticos e media diferentes. Através do registo vídeo, João Paulo Serafim cruza as artes plásticas, a criação teatral a dança e o cinema. Nesta versão do vídeo que já fora apresentado em 2011 no espectáculo « Fuga sem fim » o artista põe em causa a habitual narrativa ligada ao cinema e através de sucessão de planos, da dupla projecção e da repetição aliada a aleatoriedade, cria uma atmosfera performativa e infinita.</p>
<p>Um longo corredor, como se de um ponto de fuga se tratasse, é central nesta obra um arquivo com estantes repletas de caixas arquivadoras e livros de registo –aparentemente – marca o nosso campo de visão e a acção que nele se desenvolve.  A cenografia e a coreografia que aqui acontecem e interagem, propõem levar-nos a questionar, de uma forma poética e subtil, a nossa relação com a memória e o registo da memória colectiva, temáticas também centrais na obra do artista.</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p>Galeria #3</p>
<p>Comissariada por: <a href="http://www.projectomap.com/">Projectomap</a></p>
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		<title>O FILME DA MINHA VIDA #1  O Percutor Harmónico /2-30 julho</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 15:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[A coleção O FILME DA MINHA VIDA faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas. A primeira exposição tem como nome [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/PercurtorPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2016" title="PercurtorPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/PercurtorPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A coleção <em>O FILME DA MINHA VIDA</em> faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas.</p>
<p>A primeira exposição tem como nome O PERCUTOR HARMÓNICO, de André Lemos baseado no filme ACONTECEU NO OESTE, de Sérgio Leone.</p>
<p>Galeria 4</p>
<p>Entrada livre</p>
<p>Iniciativa: <a href="http://www.ao-norte.com/">AO NORTE Associação de Produção e Animação Audiovisual</a></p>
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		<title>O FILME DA MINHA VIDA #2  Epifanias do Inimigo Invisível /1-26 agosto</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 15:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[A colecção O FILME DA MINHA VIDA faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas. A segunda exposição tem como nome [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/EpifaniasPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2022" title="EpifaniasPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/EpifaniasPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A colecção <em>O FILME DA MINHA VIDA</em> faz-se do repto lançado a autores portugueses de BD e ilustração para que produzissem um livro BD inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas. Este cruzamento entre a sétima e nona arte é vocacionado para os amantes de ambas.</p>
<p>A segunda exposição tem como nome EPIFANIAS DO INIMIGO INVISÍVEL, de Daniel Lima inspirado no filme O DESERTO DOS TÁRTAROS, de Valério Zurlini.</p>
<p>Galeria 4</p>
<p>Entrada livre</p>
<p>Iniciativa: <a href="http://www.ao-norte.com/">AO NORTE Associação de Produção e Animação Audiovisual</a></p>
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		<title>Uma pequena conferência de John Mateer /3 julho 18h30</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 13:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jul / ago / set]]></category>

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		<description><![CDATA[John Mateer, conceituado poeta e ensaísta australiano, visita o CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura para uma conversa sobre arte, cultura, viagem e hibridação. Centrada nas relações e influências entre a Austrália e a Ásia, a conferência, em registo informal, abordará também os reflexos das relações culturais e económicas na produção artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/MateerPost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2008" title="MateerPost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/MateerPost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>John Mateer, conceituado poeta e ensaísta australiano, visita o CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura para uma conversa sobre arte, cultura, viagem e hibridação. Centrada nas relações e influências entre a Austrália e a Ásia, a conferência, em registo informal, abordará também os reflexos das relações culturais e económicas na produção artística daqueles lugares.</p>
<p>Entrada livre</p>
<p>Em Inglês, sem tradução</p>
<p>Mais sobre John Mateer</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Mateer">John Mateer Wiki</a></p>
<p><a href="http://www.ou.edu/wlt/09_2011/poetry-mateer.html">Quatro poemas por John Mateer</a> (em Inglês)</p>
<p><a href="http://vitrina-averno.blogspot.pt/">Um poema por John Mateer</a> (em Português)</p>
<p><a href="http://www.giramondopublishing.com/category/author/john-mateer">Sobre Southern Barbarians</a></p>
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		<title>Workshops com Rafaela Salvador / 19 e 20 junho</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2012 10:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Workshop de Música e Movimento Dirigido a crianças entre os 6 e os 12 anos Horário 10h &#8211; 11h30 Workshop de Vídeo-Dança Dirigido a adultos e jovens maiores de 13 anos Horário 14h30 &#8211; 17h30 Workshop de Dança Contemporânea Dirigido a adultos e jovens maiores de 13 anos Horário 18h &#8211; 21h Informações/Inscrições info@rafaelasalvador.com Sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Workshop de Música e Movimento<br />
Dirigido a crianças entre os 6 e os 12 anos<br />
Horário 10h &#8211; 11h30</p>
<p>Workshop de Vídeo-Dança<br />
Dirigido a adultos e jovens maiores de 13 anos<br />
Horário 14h30 &#8211; 17h30</p>
<p>Workshop de Dança Contemporânea<br />
Dirigido a adultos e jovens maiores de 13 anos<br />
Horário 18h &#8211; 21h</p>
<p>Informações/Inscrições info@rafaelasalvador.com<br />
<a href="http://www.rafaelasalvador.com/index.htm">Sobre Rafaela Salvador</a></p>
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		<title>documentando Dom Roberto /16 junho-11 julho</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 11:52:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Inauguração dia 16 de junho às 16h00 A Guimarães 2012 e o CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura apresentam Documentando Dom Roberto &#8211; uma exposição feita de documentos do espólio de Ernesto de Sousa, contemporâneos à produção, realização e estreia do filme: imagens do making of, planos de filmagem, notícias do processo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/dom-robertopost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1842" title="dom robertopost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/dom-robertopost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Inauguração dia 16 de junho às 16h00</p>
<p>A Guimarães 2012 e o CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura apresentam <em>Documentando Dom Roberto</em> &#8211; uma exposição feita de documentos do espólio de Ernesto de Sousa, contemporâneos à produção, realização e estreia do filme: imagens do <em>making of</em>, planos de filmagem, notícias do processo de produção, cartazes, memorabilia e recepção crítica criam uma câmara de informação e lembrança em torno de um trabalho ímpar do cinema português.</p>
<p><em>Dom Roberto</em>, de Ernesto de Sousa, estreou há cinquenta anos. Este filme de referência do Novo Cinema Português é exibido no CAAA, no dia da inauguração da exposição, às 21:30h.</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p>Galeria #3</p>
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		<title>Performance Architecture /16 junho-29 julho</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-jul-ago-set/performance-architecture-16-junho-30-julho</link>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 13:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inauguração dia 16 de junho às 16h00 Através da promoção de um concurso de ideias para construções Temporárias no âmbito de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura (entre arquitetos, artistas e designers, ou combinações destes e outros em articulação interdisciplinar), Performance Architecture pretende mapear estratégias arquitectónicas recentes que, reativando abordagens da Performance Art, fornecem novas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/PApost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1884" title="PApost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/PApost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Inauguração dia 16 de junho às 16h00</div>
<div></div>
<div>Através da promoção de um concurso de ideias para construções Temporárias no âmbito de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura (entre arquitetos, artistas e designers, ou combinações destes e outros em articulação interdisciplinar), Performance Architecture pretende mapear estratégias arquitectónicas recentes que, reativando abordagens da Performance Art, fornecem novas pistas sobre o papel dos arquitetos no contexto urbano alargado.</div>
<div>
<p>Através da construção de estruturas temporárias que vão de encontro a necessidades programáticas da visibilidade e interacção urbana da organização da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura (quiosques, recepções, núcleos microexpositivos, etc.)</p>
<p>Performance Architecture foca-se em práticas da arquitectura que substituem a construção perene por acções, <em>happenings</em> e intervenções urbanas temporárias. Através dos contributos de novas ideias e pela presença de protagonistas históricos que prenunciam esta abordagem (enquanto membros do júri, como parte de uma pequena retrospectiva, como participantes em ciclos de conferências, etc.)</p>
<p>Performance Architecture pensa intervenções arquitectónicas que remetem para o papel da consciência do corpo e da crítica do social na reinvenção do espaço público.</p>
</div>
<div></div>
<div>Entrada Livre</div>
<div></div>
<div>Galeria #1 e #2</div>
<div></div>
<div><a href="http://www.guimaraes2012.pt/index.php?cat=191&amp;item=28902">+info</a></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Houdini /1-30 junho</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-abr-mai-jun/houdini-1-30-junho</link>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Houdini é uma exposição ambulante de Bráulio Amado. Inspirado no maior mágico que já existiu, os trabalhos retratam fantasias e universos abstractos, explorando truques mentais e a possibilidade do impossível. As obras estão tambem conotadas com todo o universo criado pelos Melvins no seu disco &#8220;houdini&#8221;. Datas anteriores da exposição passaram por Denton Texas, Filadélfia, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/post.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1796" title="post" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/post.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Houdini é uma exposição ambulante de Bráulio Amado. Inspirado no maior mágico que já existiu, os trabalhos retratam fantasias e universos abstractos, explorando truques mentais e a possibilidade do impossível. As obras estão tambem conotadas com todo o universo criado pelos Melvins no seu disco &#8220;houdini&#8221;.<br />
Datas anteriores da exposição passaram por Denton Texas, Filadélfia, Madrid, Berlim, Chicago, &#8230; — e em Junho, Guimarães. 12 exposições em 12 cidades durante o ano de 2012.</p>
<p>Bráulio Amado é um rapaz português nascido em 1987 que recentemente se mudou para Nova Iorque. Ele trabalha como designer gráfico na Pentagram Design e é o director do Jornal Pedal, uma publicação mensal e gratuíta em Portugal. Ele toca música e viaja pelo mundo com a sua banda Adorno.</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p>Corredor do piso 1</p>
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		<item>
		<title>Canil /25-27 Maio 22h</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 10:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Canil de Valter Hugo Mãe, para o Teatro Bruto. Talvez seja cada vez mais utópica a construção de uma sociedade de equilíbrio entre fortes e fracos, entre patrões e empregados, entre governantes e governados. Talvez as revoluções sejam acontecimentos do passado, como se o presente vivesse num cinismo tão grande que já nada é suficientemente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/Canilpost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1789" title="Canilpost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/Canilpost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Canil de Valter Hugo Mãe, para o Teatro Bruto.</div>
<div>
<p>Talvez seja cada vez mais utópica a construção de uma sociedade de equilíbrio entre fortes e fracos, entre patrões e empregados, entre governantes e governados. Talvez as revoluções sejam acontecimentos do passado, como se o presente vivesse num cinismo tão grande que já nada é suficientemente verdadeiro para que se saiba contra o que estamos a lutar.</p>
<p>Neste Canil, um grupo de homens junta-se para minar o sistema. Tão cheios de ideais, como cheios da ingénua capacidade de acreditar que o que defendem é bom para todos, estes homens falham, voltam a falhar. Talvez para aprenderem que o começo de todas as coisas deve ser marcado bem mais perto de cada um. Deve ser marcado na construção de uma relação mais leal e aberta com as diferenças de cada um. A sociedade, como uma infinidade de gente a que pertencemos, vem depois. Vem depois de entendidos os valores que, de facto, importam defender.</p>
</div>
<div></div>
<div>Encenação<br />
Ana LuenaTexto Original<br />
Valter Hugo Mãe</p>
<p>Coprodução<br />
Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura e Teatro Bruto</p>
<p>Duração<br />
75min</p>
</div>
<div></div>
<div>Entrada</div>
<div>5€</div>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;A Favor da Claridade&#8221; de Teresa Villaverde /14 maio 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[É um filme sobre um artista, um artista que vamos ver trabalhar. Vamos tentar perceber como é que ele pensa, como é que ele cria as suas coisas. A importância que têm para ele os espaços onde vai instalar o que pensou. Até que ponto os espaços o limitam, ou se é ao contrário, se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/CR.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1735" title="CR" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/CR.jpg" alt="" width="185" height="185" /></a>É um filme sobre um artista, um artista que vamos ver trabalhar. Vamos tentar perceber como é que ele pensa, como é que ele cria as suas coisas. A importância que têm para ele os espaços onde vai instalar o que pensou. Até que ponto os espaços o limitam, ou se é ao contrário, se vem primeiro o espaço, se é o espaço que o acorda. Os títulos que o Pedro Cabrita Reis dá às suas peças são sempre muito fortes. Quando é que vêm os títulos, de onde vêm?</p>
<p>54min</p>
<p>entrada livre</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Câmara Neuronal /11, 12, 13 maio 22h</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-abr-mai-jun/camara-neuronal-performance-digital-3</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adolfo Luxúria Canibal, João Martinho Moura, Miguel Pedro Guimarães Câmara Neuronal é uma performance neuro/audio/visual desenrolando-se em torno da personagem do Adolfo Luxúria Canibal. Neste projecto os movimentos / interpretação física como também a atividade mental e sensorial do performer são traduzidos em composições sonoras e visuais, em tempo real, num ambiente de projecção imersiva. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/CN1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1732" title="CN" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/CN1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Adolfo Luxúria Canibal, João Martinho Moura, Miguel Pedro Guimarães</strong></p>
<p>Câmara Neuronal é uma performance neuro/audio/visual desenrolando-se em torno da personagem do Adolfo Luxúria Canibal. Neste projecto os movimentos / interpretação física como também a atividade mental e sensorial do performer são traduzidos em composições sonoras e visuais, em tempo real, num ambiente de projecção imersiva. Um dos aspectos mais inovadores explorado neste projecto é a ligação estreita entre a narrativa e os aspectos emocionais do performer, conseguida através de um dispositivo de captura dos sinais fisiológicos neuronais (EEG – electroencefalograma) em sincronização com a estética visual e sonora . O capacete EEG, adornado com cabos que o ligam ao tecto evocam uma “ligação cerebral” ao sistema. Os sinais do capacete EEG são processados via wireless por software e treinados especificamente aos estados mentais do artista Adolfo Luxúria Canibal. A Arte Digital ficará a cargo de João Martinho Moura e a música a cargo de Miguel Pedro Guimarães. O evento traduz uma colaboração entre a Arte e Tecnologia.</p>
<p>Parceria: engageLab / Universidade do Minho; Rádio Universitária do Minho</p>
<p>30min / M16</p>
<p>5€</p>
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		<title>Cinema de Animação Experimental /15, 16, 17 maio 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 10:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paul de Nooijer e Menno de Nooijer São reconhecidos no seu país, Holanda,  pelo seu trabalho experimental, apreciado e galardoado pelo mundo inteiro. Paul e Menno de Nooijer  têm corrido mundo com os seus diferentes trabalhos e pelas performances que levam a cabo. Três diferentes sessões, duas com exibição de obras e outra com uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/CA.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1756" title="CA" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/CA.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Paul de Nooijer e Menno de Nooijer</p>
<p>São reconhecidos no seu país, Holanda,  pelo seu trabalho experimental, apreciado e galardoado pelo mundo inteiro. Paul e Menno de Nooijer  têm corrido mundo com os seus diferentes trabalhos e pelas performances que levam a cabo. Três diferentes sessões, duas com exibição de obras e outra com uma performance, tendo como pano de fundo obras cinematográficas executados por pai e filho que sempre trabalharam em conjunto.</p>
<p>dia 15:</p>
<p>SAY GOODBYE (1975), 8’00<br />
TRANSFORMATION BY HOLDING TIME (artist/model) (1976), 3’00<br />
TOURING HOLLAND BY BICYCLE (1981), 4’00<br />
BLACK AND WHITE BATHROOM (with Jerry King Musser), 3’00<br />
AT ONE VIEW (1998), 7’00<br />
I SHOULD SEE (1990), 2’00<br />
STOP THE GREENHOUSE EFFECT (1992), 4’00<br />
N.E.W.S., 4’00<br />
RUIMTE (space), 3’00<br />
ROUND MY PENINSULA 8000 STILLS (2005), 11’00<br />
TRIP DOWN MEMORY LANE (2010), 8’00</p>
<p>60min / M12</p>
<p>dia 16:</p>
<p>Com alguns dos seus filmes como pano de fundo Paul e Menno de Nooijer fazem uma performance ímpar, jogando com os seus próprios corpos. Uma sessão diferente onde duas artes se cruzam, a da imagem e a da expressão corporal. Uma visão completamente diferente do cinema de animação tem o trabalho desta dupla de pai e filho, Paul e Menno de Nooijer.</p>
<p>60min / M12</p>
<p>dia 17:</p>
<p>REVIEW (1976), 10’00<br />
TRANSFORMATION BY HOLDING TIME (1976), 3’00<br />
TARTING OVER (with Jerry King Musser), 3’00<br />
WINDOW PAINTING (1982) (with Jerry King Musser), 3’00<br />
NOBODY HAD INFORMED ME (1998), 4’00<br />
A FORTIFIED CITY (1990), 9’00<br />
HET MISVERSTAND (THE MISUNDERSTANDING), 4’00<br />
CREATION III SNOW (1992), 3’00<br />
LOST IN AMERICA, (1982/2003)<br />
THINK: WORLD PROBLEMS – WORLD SOLUTIONS, 00’30<br />
STOP ACTION FACES (1992), 00’30<br />
STRIPSHOW 1850 (2006), 10’00<br />
IN HEAVEN (2010), 2’00</p>
<p>60min / M12</p>
<p>entrada livre</p>
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		<title>THE LAST WORDS OF DOMENICO + ATTIC TESLA /9 junho 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 09:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[THE LAST WORDS OF DOMENICO Vitor Lago Silva Este projecto utiliza as palavras de Domenico, personagem do filme “Nostalghia” de Andrei Tarkovsky. O discurso de Domenico é re-misturado e reconstruído num novo discurso através dos movimentos do performer, atribuindo-lhe novas vozes. Acredito que os discursos na rua de homens loucos ocultam várias verdades indesejáveis. Como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/VLS.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1766" title="VLS" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/VLS.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>THE LAST WORDS OF DOMENICO</p>
<p><strong>Vitor Lago Silva</strong></p>
<p>Este projecto utiliza as palavras de Domenico, personagem do filme “Nostalghia” de Andrei Tarkovsky. O discurso de Domenico é re-misturado e reconstruído num novo discurso através dos movimentos do performer, atribuindo-lhe novas vozes. Acredito que os discursos na rua de homens loucos ocultam várias verdades indesejáveis. Como diz J. Derrida, acredito que se desconstruirmos um discurso e o reconstruirmos novamente, atribuindo-lhe uma nova forma, é-nos possível descobrir novos significados desse discurso. O principal propósito deste projecto é re-misturar o discurso de um louco (Domenico), procurando desta forma revelar esses significados ocultos. O performer, equipado com um “Fato Sensível Wireless”, gera um discurso sonoro aleatório através dos seus movimentos e re-mistura esses sons através de uma luva sensível. Esse “FSW” está equipado com vários sensores que capturam alguns movimentos do performer.</p>
<p>Parceria: engageLab / Universidade do Minho; Rádio Universitária do Minho</p>
<p>7min / M16</p>
<p>ATTIC TESLA</p>
<p><strong>João Maia e Silva e Vitor Lago Silva</strong></p>
<p>“Attic Tesla” é um projecto de música experimental electrónica onde um performer sensível (equipado com o Fato Sensível Wireless) e um músico controlam instrumentos musicais digitais em tempo real para gerar temas musicais abertos pela interacção performer/público/música e, manipular a repetição da História e com um sistema wireless de envio dos dados dos sensores para um PC.</p>
<p>30min / M16</p>
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		<title>Nuno Bragança – U OMÃI QE DAVA PULUS de João Pinto Nogueira /8 junho 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 09:49:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nuno Bragança. Autor de três romances: “A Noite e o Riso”, “Directa” e “Square Tolstoi”. Uma colectânea de contos:”Estação”. E uma novela póstuma: “Do Fim do Mundo”. Argumentista de “Os Verdes Anos”, filme inaugural do Cinema Novo Português e co-realizador, com Gérard Castello-Lopes e Fernando Lopes, do filme “Nacionalidade: Português”. Católico e de família conservadora, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/NB.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1744" title="NB" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/NB.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Nuno Bragança. Autor de três romances: “A Noite e o Riso”, “Directa” e “Square Tolstoi”. Uma colectânea de contos:”Estação”. E uma novela póstuma: “Do Fim do Mundo”. Argumentista de “Os Verdes Anos”, filme inaugural do Cinema Novo Português e co-realizador, com Gérard Castello-Lopes e Fernando Lopes, do filme “Nacionalidade: Português”. Católico e de família conservadora, milita no MAR (Movimento de Acção Revolucionária). Integra as Brigadas Revolucionárias de Carlos Antunes e Isabel do Carmo ao mesmo tempo que trabalha na representação permanente de Portugal junto da OCDE. A 7 de Fevereiro de 1985 morre aos 55 anos, num quarto de hotel de Lisboa. Nuno Bragança, quem foi?</p>
<p>75min</p>
<p>entrada livre</p>
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		<title>&#8220;O tapete Voador&#8221; de João Mário Grilo /10 junho 21h30</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 08:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Este filme é uma viagem – de novo Marco Pólo é aqui a câmara de João Mário Grilo – ao reino maravilhoso da tecelagem dos tapetes da Pérsia. Ligado nas origens à tradição nómada, o tapete vai ganhando uma dimensão expressiva e simbólica que, para além do uso quotidiano, o torna indispensável na mesquita e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/TV.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1749" title="TV" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/05/TV.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Este filme é uma viagem – de novo Marco Pólo é aqui a câmara de João Mário Grilo – ao reino maravilhoso da tecelagem dos tapetes da Pérsia.<br />
Ligado nas origens à tradição nómada, o tapete vai ganhando uma dimensão expressiva e simbólica que, para além do uso quotidiano, o torna indispensável na mesquita e nos lugares de afirmação de poder e ostentação.</p>
<p>56min</p>
<p>entrada livre</p>
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		<title>&#8220;Dom Roberto&#8221; de Ernesto de Sousa /16 junho 21h30</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 11:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Dom Roberto, de Ernesto de Sousa, estreou há cinquenta anos. Este filme de referência do Novo Cinema Português é exibido no ciclo Filmes de 1962 da CEC2012. João é um pobre e descuidado &#8220;artista&#8221; de robertos, alcunhado pelas crianças, pomposamente, de &#8220;Dom Roberto&#8221;. Ingénuo e fantasista, transporta sempre consigo a &#8220;namorada&#8221; &#8211; um cartaz de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/dom-robertopost1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1851" title="dom robertopost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/dom-robertopost1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><em>Dom Roberto</em>, de Ernesto de Sousa, estreou há cinquenta anos. Este filme de referência do Novo Cinema Português é exibido no ciclo Filmes de 1962 da CEC2012.</p>
<p>João é um pobre e descuidado &#8220;artista&#8221; de robertos, alcunhado pelas crianças, pomposamente, de &#8220;Dom Roberto&#8221;. Ingénuo e fantasista, transporta sempre consigo a &#8220;namorada&#8221; &#8211; um cartaz de cinema com uma bela rapariga.</p>
<p>100min</p>
<p>Entrada Livre</p>
<p><a href="http://www.ernestodesousa.com/?p=77">+info</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo Gang, colectivo &#8220;Uzi Filmes&#8221; /21 junho 21h30</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 14:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta sessão do VideoGang irá ser apresentada uma retrospectiva de vídeos e curtas de um dos mais activos e criativos colectivos nacionais dos últimos anos do cinema independente. A Uzi Filmes foi uma marca ímpar nos videoclipes que assinaram com a sua marca de produção, e de estética. As curtas que produziram e continuam a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sessão do VideoGang irá ser apresentada uma retrospectiva de vídeos e curtas de um dos mais activos e criativos colectivos nacionais dos últimos anos do cinema independente. A Uzi Filmes foi uma marca ímpar nos videoclipes que assinaram com a sua marca de produção, e de estética. As curtas que produziram e continuam a produzir abriram também uma curiosidade sobre os seus autores.<br />
Após a exibição dos vídeos e curtas realizadas, permitir-se-á uma conversa informal sobre as suas experiências singulares de produção, e sobre os desafios de quem se inicia na aventura de filmar em Portugal, qualquer que sejam os formatos audiovisuais adoptados.</p>
<p>&#8220;A Uzi Filmes foi um grupo de jovens realizadores, saídos da Escola Superior de Teatro e Cinema, que, não contentes com a pouca oferta de condições para filmar o que queriam, decidiram juntar-se para propor um forma nova de fazer as coisas. Oficializou-se como associação juvenil e durante algum tempo cunhou vários videoclipes e curtas-metragens do panorama nacional, criando uma espécie de carimbo próprio desta filosofia de trabalho em grupo. Hoje em dia a Uzi Filmes deixou de existir sob esse mesmo nome mas o mesmo núcleo que antes assinava o que da Uzi se ouvia falar, continua hoje a carimbar novas curtas, videoclipes e até mesmo longas low budget ou no-budget-at-all.&#8221;<br />
Manuel Pureza, Vasco Viana, António Gonçalves, Ricardo Oliveira.</p>
<p>35min<br />
entrada livre</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Festival beat.bit /28 junho &#8211; 1 julho</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-abr-mai-jun/festival-beat-bit-28-junho-1-julho</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 12:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o intuito de afirmar a animação como uma área de confluência artística no contexto atual do advento tecnológico, o festival beat.bit apresenta-se como um espaço experimental de abertura ao diálogo entre diferentes formas de expressão no domínio da animação. Simultaneamente, o conjunto de iniciativas programadas pretende fomentar a prática artística e sensibilizar novos públicos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/beat.bitpost.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1832" title="beat.bitpost" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/06/beat.bitpost.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Com o intuito de afirmar a animação como uma área de confluência artística no contexto atual do advento tecnológico, o festival beat.bit apresenta-se como um espaço experimental de abertura ao diálogo entre diferentes formas de expressão no domínio da animação. Simultaneamente, o conjunto de iniciativas programadas pretende fomentar a prática artística e sensibilizar novos públicos para a idiossincrasia estética deste tipo de arte.</div>
<p>beat.bit é também ponto de partida para a criação de um espaço de referência, de partilha e de encontro, projectando um futuro que se pretende colaborativo e que aportará à realidade artístico-profissional o contributo de criadores e promotores, quer ao nível de desenvolvimento de projectos de pesquisa e experimentação, quer na organização de eventos audiovisuais em animação.</p>
<p><strong>dia 28:</strong></p>
<p>21h Conferência &#8211; Pierre Hébert</p>
<p>22h30 Performance &#8211; Okaku</p>
<p><strong>dia 29:</strong></p>
<p>22h30 Performance &#8211; Kerbaj + Zingaro</p>
<p><strong>dia 30:</strong></p>
<p>17h Conferência &#8211; Andrea Martignoni</p>
<p>22h30 Performance &#8211; Hébert + Raon</p>
<p><strong>dia 1:</strong></p>
<p>16h Mostra dos trabalhos desenvolvidos no workshop com Pierre Hébert</p>
<p>17h Conferência Hervé Joubert-Laurencin</p>
<p>21h Performance &#8211; <em>All Star</em> Pierre Hébert + Mazen Kerbaj + Carlos Zingaro + Eduardo Raon</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Metamorfoses /4, 5, 6 maio, 22h</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-abr-mai-jun/metamorfoses</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 18:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[A noção de Metamorfose é fugaz e enigmática. Transformar-se em animal não é uma metamorfose é, antes,  um grito último face a um projecto de sociedade humana. Três personagens, não necessariamente humanas, habitam um mesmo espaço. Carregam em si o sentimento de não serem livres e a convicção profunda e tranquila de que a única [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/04/site150x150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1661" title="site150x150" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/04/site150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></strong></p>
<p>A noção de Metamorfose é fugaz e enigmática. Transformar-se em animal não é uma metamorfose é, antes,  um grito último face a um projecto de sociedade humana.</p>
<p>Três personagens, não necessariamente humanas, habitam um mesmo espaço. Carregam em si o sentimento de não serem livres e a convicção profunda e tranquila de que a única certeza humana não é a piedade, justiça ou ternura mas a aceitação da natureza como ela é: maldosa e solitária. É essa aceitação da perversidade do mundo que lhes permite tomar as rédeas da sua existência, não contra a humanidade, não pela humanidade, mas apesar da humanidade.</p>
<p>Este espectáculo é uma interrogação sobre o destino do Homem, com todas as suas fantasias, contradições, poesia e fábula. Em última instância é uma derradeira alegoria sobre a impermanência  da vida.</p>
<p>Entrada: 5,00€</p>
<p>Ficha Artística<br />
<strong>Criação:</strong> Mundo Razoável<br />
<strong>Produção:</strong> Guimarães 2012 e Mundo Razoável<br />
<strong>Composição Musical:</strong> Dimitris Andrikopoulos<br />
<strong>Coreografia:</strong> Cláudia Marisa<br />
<strong>Bailarino:</strong> Carlos Silva<br />
<strong>Clarinete:</strong> Jordi Pons<br />
<strong>Violino:</strong> Emanuel Salvador<br />
<strong>Figurinos:</strong> Catarina Barros<br />
<strong>Desenho de Luz:</strong> Rui Damas<br />
<strong>Vídeos:</strong> Nuno Tudela<br />
<strong>Produção Executiva:</strong> Inês Nogueira</p>
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		<title>FrameArt</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 12:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Exposição Internacional de Vídeo Arte, Cinema Experimental e Performance Digital FrameArt tem como principal objectivo tornar-se um ponto de encontro internacional na área da vídeo arte, cinema experimental, contando também com música e performance digital. FrameArt será um evento transdisciplinar, uma área de reflexão e de difusão da criação de vídeo, cinema e performance, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/04/LogoSmallFacebook-copy1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1676" title="LogoSmallFacebook copy" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/04/LogoSmallFacebook-copy1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Exposição Internacional de Vídeo Arte, Cinema Experimental e Performance Digital</strong></p>
<p>FrameArt tem como principal objectivo tornar-se um ponto de encontro internacional na área da vídeo arte, cinema experimental, contando também com música e performance digital.<br />
FrameArt será um evento transdisciplinar, uma área de reflexão e de difusão da criação de vídeo, cinema e performance, no qual os diferentes agentes estão activamente envolvidos.</p>
<p><strong>Exposição</strong><br />
4 maio — 10 junho | CAAA + Mercado POP UP<br />
inauguração 4 maio 19h</p>
<p>Artista em residência<br />
Jakub Nepras /CAAA</p>
<p>Artistas convidados<br />
Alberto Plácido /CAAA<br />
José Carlos Teixeira /CAAA<br />
Jorge Reis /CAAA</p>
<p>Obras seleccionadas das colecções da Fundação de Serralves, Centro de Arte Moderna Fundação Calouste Gulbenkian e Museu Colecção Berardo:<br />
Helena Almeida /CAAA<br />
Jemima Stehli /CAAA<br />
Mário Garcia Torres /CAAA<br />
Fernando Calhau /Mercado POP UP<br />
Gerard Ritcher / Mercado POP UP<br />
Grazia Toderi / Mercado POP UP<br />
João Penalva / Mercado POP UP<br />
João Tabarra / Mercado POP UP<br />
Julião Sarmento / Mercado POP UP<br />
Laurent Grasso / Mercado POP UP<br />
Pedro Cabral Santo / Mercado POP UP<br />
Reiner Ruthenbeck / Mercado POP UP<br />
Richard Hoeck / Mercado POP UP<br />
Yukihiro Taguchi / Mercado POP UP<br />
Zoran Naskovski / Mercado POP UP</p>
<p><strong>Conferência</strong><br />
8 maio 21h30 | CAAA<br />
O Vídeo na Arte Contemporânea<br />
<strong><br />
Cinema Experimental</strong><br />
9, 14 maio / 8, 10 junho 21h30 | CAAA</p>
<p><strong>Performance Digital</strong><br />
11, 12, 13 maio / 9 junho 21h30 | CAAA<br />
<strong><br />
Cinema de Animação</strong><br />
15, 16, 17 maio 21h30 | CAAA</p>
<p>Todos os eventos são de entrada livre excepto a Performance Câmara Neuronal que tem a entrada de 5€</p>
<p>Cinema/Guimarães CEC2012.<br />
O projecto POP UP Culture é parte integrante do programa cultural de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. O Mercado POPUP é um dos eixos de intervenção do projecto e consiste na ocupação e dinamização do primeiro piso do Mercado Municipal de Guimarães.</p>
<p>CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura<br />
Rua Padre Augusto Borges de Sá, 4810-523 Guimarães</p>
<p>Mercado Municipal de Guimarães<br />
Rua do Mercado Municipal, 4835 Guimarães</p>
<p>O acesso ao Mercado durante o fim-de-semana é feito pelo piso -1<br />
Todos os dias 14:30 / 19:00</p>
<p>Para mais informação:<br />
<a href="http://www.frameart.eu/" target="_blank">www.frameart.eu</a><br />
<a href="http://www.facebook.com/2012frameart" target="_blank">www.facebook.com/2012frameart</a></p>
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		<title>Open Studio /26 de abril, 17h</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-abr-mai-jun/open-studio-26-de-abril-17h</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 15:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista visual Jakub Nepras, em residência no CAAA de 13 de março a 10 de maio, abre as portas do seu estúdio no dia 26 de abril para uma conversa sobre o seu processo artístico. As inscrições podem ser feitas através do email: geral@centroaaa.org Limite máximo de 10 pessoas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/04/pagina1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1617" title="pagina" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/04/pagina1.jpg" alt="" width="228" height="230" /></a>O artista visual Jakub Nepras, em residência no CAAA de 13 de março a 10 de maio, abre as portas do seu estúdio no dia 26 de abril para uma conversa sobre o seu processo artístico.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas através do email: geral@centroaaa.org</p>
<p>Limite máximo de 10 pessoas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vida no Campo, de Álvaro Domingues /14 abril, 16h</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 18:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação do livro e conversa com o autor. Vida no Campo não é uma, são muitas janelas abertas em simultâneo. Perdidos os nexos estáveis que desvendavam o filme-narrativa da realidade do rural, o actual contexto de mudança acelerada está a desmultiplicar até ao infinito as representações sobre a ruralidade: a pos-, a neo-, a des-ruralizacão. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgAlvaroDomingues.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1558" title="ProgAlvaroDomingues" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgAlvaroDomingues-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
<strong>Apresentação do livro e conversa com o autor.</strong></p>
<p>Vida no Campo não é uma, são muitas janelas abertas em simultâneo. Perdidos os nexos estáveis que desvendavam o filme-narrativa da realidade do rural, o actual contexto de mudança acelerada está a desmultiplicar até ao infinito as representações sobre a ruralidade: a pos-, a neo-, a des-ruralizacão.<br />
A leitura do rural redistribui-se e dissipa-se em múltiplas esferas, ou, então, é condensada e fantasiada numa só. É impossível manter todas estas janelas abertas em simultâneo e daí nasce uma crise de sentido. É difícil reaprender o rural e sobre ele construir novas identidades. É difícil encontrar continuidades entre as memórias mais ou menos ficcionadas do passado e o que lhes está a acontecer. É difícil entender a simultaneidade e a contradição dos acontecimentos e o modo como se sucedem. É difícil, sobretudo, controlar as emoções acerca do que acontece. Estamos a um passo de uma crise total de sentido. Esta conjuntura produz-se numa hiper-abundância de imagens e elas organizam-se em múltiplas narrativas. Serão listas infinitas de imagens, sensações e emoções, uma Vida no Campo et cetera, isto é, uma vida que tende a conter uma infinidade de coisas e relações entre coisas.</p>
<p>Álvaro Domingues (Melgaço, 1959) é geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU-Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo.</p>
<p>[in <a href="http://www.dafne.com.pt/entrada.php" target="_blank">dafne</a>]</p>
<p>Vida no Campo<br />
Álvaro Domingues<br />
Dafne Editora, Porto, Março 2012<br />
22,5&#215;15,0, 320 p.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conversa informal com Rui Horta e Rolf Hind / Danza Preparata</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 21:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[13 de abril, 19h / Entrada livre No âmbito da sua mais recente criação &#8220;Danza Preparata&#8221;, Rui Horta afirmou: Cage é incontornável para a história da dança, não apenas pela sua longa colaboração com Merce Cunningham, mas sobretudo pela importância das suas reflexões teóricas e consequentes repercussões na história da criação coreográfica contemporânea. Este é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgRuiHortaRolfHind.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1535" title="ProgRuiHortaRolfHind" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgRuiHortaRolfHind-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
<strong>13 de abril, 19h / Entrada livre</strong></p>
<p>No âmbito da sua mais recente criação &#8220;Danza Preparata&#8221;, Rui Horta afirmou: <em>Cage é incontornável para a história da dança, não apenas pela sua longa colaboração com Merce Cunningham, mas sobretudo pela importância das suas reflexões teóricas e consequentes repercussões na história da criação coreográfica contemporânea</em>. Este é o mote para uma conversa informal com o coreógrafo português e com o pianista inglês Rolf Hind sobre a importância de John Cage nos domínios da dança e da música.</p>
<p><em><a href="http://www.guimaraes2012.pt/index.php?cat=191&amp;item=28762" target="_blank">Danza Preparata</a></em>, da autoria de Rui Horta será apresentada no dia 14 de Abril no CCVF, no âmbito da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura e conta com as participações da bailarina Silvia Bertoncelli e do pianista Rolf Hind, que interpretará ao vivo as &#8220;Sonatas &amp; Interlúdios&#8221; de John Cage.</p>
<p>Fotografia © João Messias</p>
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		<title>Punk is not Daddy de Edgar Pêra /22 março 21h30</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 23:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Punk Is Not Daddy é uma viagem pelos anos oitenta, testemunhada por um cineasta neófito. São cine-diários inéditos de Edgar Pêra: as Ruínas do Chiado, o quotidiano em Lisboa e Madrid, os Estados Gerais do Cinema Português e, sobretudo, intervenções de bandas pop.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/PunkListagem.png"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/PunkListagem-150x150.png" alt="" title="PunkListagem" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1488" /></a>Punk Is Not Daddy é uma viagem pelos anos oitenta, testemunhada por um cineasta neófito. São cine-diários inéditos de Edgar Pêra: as Ruínas do Chiado, o quotidiano em Lisboa e Madrid, os Estados Gerais do Cinema Português e, sobretudo, intervenções de bandas pop.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>No Direction Home: Bob Dylan (parte 1) de Martin Scorsese /23 março 21h30</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 22:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Bob Dylan abriu os seus arquivos para este filme que inclui imagens nunca antes vistas dos concertos ao vivo de Dylan, sessões de gravação em estúdio, outtakes e entrevistas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/10Filme-No-Direction-Home1.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/10Filme-No-Direction-Home1-150x150.jpg" alt="" title="10Filme - No Direction Home" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1501" /></a>Bob Dylan abriu os seus arquivos para este filme que inclui imagens nunca antes vistas dos concertos ao vivo de Dylan, sessões de gravação em estúdio, outtakes e entrevistas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>No Direction Home: Bob Dylan (parte 2) de Martin Scorsese /24 março 21h30</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 22:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Bob Dylan abriu os seus arquivos para este filme que inclui imagens nunca antes vistas dos concertos ao vivo de Dylan, sessões de gravação em estúdio, outtakes e entrevistas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/10Filme-No-Direction-Home.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/10Filme-No-Direction-Home-150x150.jpg" alt="" title="10Filme - No Direction Home" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1498" /></a>Bob Dylan abriu os seus arquivos para este filme que inclui imagens nunca antes vistas dos concertos ao vivo de Dylan, sessões de gravação em estúdio, outtakes e entrevistas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>George Harrison: Living in the Material World /6 abril 21h30</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-abr-mai-jun/george-harrison-living-in-the-material-world-parte-1-de-martin-scorsese-6-abril-21h30</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 22:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[/PARTE 1 George Harrison: Living in the Material World de Martin Scorsese Alvo de fascínio e adoração sem limites desde os seus 17 anos, George Harrison explodiu na consciência pública como membro da mais famosa banda de sempre, os Beatles. Com os fab four, viajou por todo o mundo, conheceu toda a gente e atingiu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/16Filme-George-Harrison_Living-in-the-Material-World2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1495" title="16Filme - George Harrison_Living in the Material World" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/16Filme-George-Harrison_Living-in-the-Material-World2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
<strong>/PARTE 1</strong><br />
<strong>George Harrison: Living in the Material World de Martin Scorsese</strong></p>
<p>Alvo de fascínio e adoração sem limites desde os seus 17 anos, George Harrison explodiu na consciência pública como membro da mais famosa banda de sempre, os Beatles. Com os fab four, viajou por todo o mundo, conheceu toda a gente e atingiu a fortuna e a fama.</p>
<p><strong>Entrada livre.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>George Harrison: Living in the Material World /7 abril 21h30</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012-abr-mai-jun/george-harrison-living-in-the-material-world-parte-2-de-martin-scorsese-7-abril-21h30</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 22:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - abr / mai / jun]]></category>

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		<description><![CDATA[/PARTE 2 George Harrison: Living in the Material World de Martin Scorsese Alvo de fascínio e adoração sem limites desde os seus 17 anos, George Harrison explodiu na consciência pública como membro da mais famosa banda de sempre, os Beatles. Com os fab four, viajou por todo o mundo, conheceu toda a gente e atingiu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/16Filme-George-Harrison_Living-in-the-Material-World.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/16Filme-George-Harrison_Living-in-the-Material-World-150x150.jpg" alt="" title="16Filme - George Harrison_Living in the Material World" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1491" /></a><br />
<strong>/PARTE 2</strong><br />
<strong>George Harrison: Living in the Material World de Martin Scorsese</strong></p>
<p>Alvo de fascínio e adoração sem limites desde os seus 17 anos, George Harrison explodiu na consciência pública como membro da mais famosa banda de sempre, os Beatles. Com os fab four, viajou por todo o mundo, conheceu toda a gente e atingiu a fortuna e a fama.</p>
<p><strong>Entrada livre.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Jakub Nepras /13 março a 7 maio</title>
		<link>http://www.centroaaa.org/index.php/arquivo-2012/jakub-nepras-13-marco-a-7-maio</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 22:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo /2012]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista visual Jakub Nepras esta em residência artística no CAAA de 13 março a 7 maio, onde vai expor no ambito da exposição FrameArt. www.jakubnepras.com]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/IMG_5844.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1480" title="IMG_5844" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/IMG_5844-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
O artista visual Jakub Nepras esta em residência artística no CAAA de 13 março a 7 maio, onde vai expor no ambito da exposição FrameArt.<br />
<a href="http://jakubnepras.com/" target="_blank">www.jakubnepras.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Teatro Bruto &#8211; Laboratório de Dramaturgia e Criação Cénica /19-26 Março</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 22:16:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre 19 e 26 de março, a companhia Teatro Bruto realizará um Laboratório de Dramaturgia e Criação Cénica que decorrerá no CAAA. No âmbito do espetáculo “Canil”, que será apresentado no CAAA Centro para os Assuntos de Arte e Arquitetura, entre 25 e 27 de maio, a encenadora Ana Luena e a restante equipa artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/LabDramaturgiaInterior22_.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/LabDramaturgiaInterior22_-150x150.jpg" alt="" title="LabDramaturgiaInterior22_" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1476" /></a>Entre 19 e 26 de março, a companhia Teatro Bruto realizará um Laboratório de Dramaturgia e Criação Cénica que decorrerá no CAAA.</p>
<p>No âmbito do espetáculo “Canil”, que será apresentado no CAAA Centro para os Assuntos de Arte e Arquitetura, entre 25 e 27 de maio, a encenadora Ana Luena e a restante equipa artística de “Canil”, em conjunto com os participantes deste workshop, definirão, a partir das temáticas propostas e do texto, os conceitos e diretrizes do projeto e procederão à análise do texto e à sua adaptação para a cena, abordando ainda temas como criação do cenário, figurinos, luz e som. Este workshop culminará numa Conferência Cénica a realizar no Café Concerto, no dia 26 de março pelas 22 horas.</p>
<p><strong>Formadores</strong><br />
Encenadora, cenógrafa e figurinista: Ana Luena<br />
Atores: Pedro Mendonça e Rute Pimenta<br />
Músicos: Rui Lima e Sérgio Martin </p>
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		<title>Apresentação do CD: Nuno Pinto, clarinet &amp; electronics /21 abril, 15h</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 18:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrada Livre Programa: I Apresentação do CD por Miguel Azguime II Concerto de Nuno Pinto Obras: Miguel Azguime – No Oculto Profuso (medidamente a desmesura) (2009) Cândido Lima – Ncáãncôa * (1995/2002) João Pedro Oliveira – Time Spell (2004) Nuno Pinto: clarinete /www.nunopinto.pt Miguel Azguime: electrónica /www.azguime.net Miso Studio: execução técnica SOLISTAS SOND’AR-TE ELECTRIC ENSEMBLE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/imagem-cd.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1471" title="imagem [cd]" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/imagem-cd-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
Entrada Livre</p>
<p><strong>Programa:</strong><br />
I Apresentação do CD por Miguel Azguime<br />
II Concerto de Nuno Pinto</p>
<p><strong>Obras:</strong><br />
Miguel Azguime – No Oculto Profuso (medidamente a desmesura) (2009)<br />
Cândido Lima – Ncáãncôa * (1995/2002)<br />
João Pedro Oliveira – Time Spell (2004)</p>
<p>Nuno Pinto: clarinete /www.nunopinto.pt<br />
Miguel Azguime: electrónica /www.azguime.net<br />
Miso Studio: execução técnica<br />
SOLISTAS SOND’AR-TE ELECTRIC ENSEMBLE | O Sond’Ar-te Electric Ensemble é grupo residente do Município de Cascais /www.sondarte.com</p>
<p>SOLISTAS SOND’AR-TE ELECTRIC ENSEMBLE: CLARINETE &amp; ELECTRÓNICA<br />
Constituído por músicos de excepção com carreiras individuais a solo, rápido se tornou evidente face a numerosas solicitações, de que era da maior importância desenvolver no seio do Sond&#8217;Ar-te Electric Ensemble, programas com obras a solo com electrónica, tirando assim partido das competências artísticas e técnicas dos músicos que o integram e dos meios tecnológicos disponíveis. Face ao desenvolvimento nas últimas décadas do repertório misto (combinação dos instrumentos acústicos com os meios electrónicos) para instrumentos a solo este projecto de parceria ganhou ainda mais urgência. Nuno Pinto, clarinetista incontornável no meio musical português tem desenvolvido desde há vários anos uma estreita colaboração com os compositores e motivado a criação de várias obras novas para o seu instrumento. Mas os desafios da interpretação musical tem ainda outros caminhos fascinantes para desenvolver e como resultado da sua colaboração com o Sond&#8217;Ar-te Electric Ensemble e o compositor Miguel Azguime, Nuno Pinto alia neste projecto as suas extraordinárias qualidades técnicas e interpretativas com o gosto pela descoberta e pela tecnologia. Por seu lado o compositor Miguel Azguime traz a sua longa experiência na utilização da tecnologia ligada à música para constituir com Nuno Pinto uma parceria excepcional na divulgação da nova música para clarinete e electrónica com especial destaque para a música de compositores portugueses. O trabalho de investigação e informática-musical desenvolvido nas últimas décadas no Miso Studio vem finalmente proporcionar os meios tecnológicos necessários à execução exemplar de um repertório exigente.</p>
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		<title>Cage… conceptualizing Cage now /10 março &#8211; 29 abril</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 15:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração: 10 março, 15h00 Horário: todos os dias, das 14h30 às 19h30 A exposição Cage&#8230; propõe uma série de hipóteses a partir da perspectiva de uma nova geração – formada no século XXI mais do que no século XX – em relação ao projecto de experimentação radical do compositor Americano John Cage (1912-1992). Construída por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgCageNovo.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1461" title="ProgCageNovo" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgCageNovo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
<strong>Inauguração:</strong> 10 março, 15h00<br />
<strong>Horário:</strong> todos os dias, das 14h30 às 19h30</p>
<p>A exposição <em>Cage&#8230;</em> propõe uma série de hipóteses a partir da perspectiva de uma nova geração – formada no século XXI mais do que no século XX – em relação ao projecto de experimentação radical do compositor Americano John Cage (1912-1992).<br />
Construída por séries de módulos, a exposição aborda um conjunto crucial das partituras mais influentes de música indeterminada de Cage e explora o seu impacto nas primeiras estratégias compositivas pós-Cage, nos anos 1960. Surge então a questão de como este campo de experimentação radical continua a ser apreendido e transposto para o presente.</p>
<p>Os eventos no dia de abertura, dia 10 de março, incluem uma conferência com a co-comissária da exposição, Julia Robinson e uma performance da pianista Margaret Leng Tan.<br />
No dia 11 conferência com Tom Hannes e performances de Alison Knowles e Taketo Shimada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>/21 abril</h6>
<h6>17h</h6>
<p>Interpretação da peça de John Cage &#8220;Imaginary Landscape nº4&#8243; para 12 rádios (24 músicos) e maestro.<br />
Com a participação de Alunos do Curso Complementar da Academia de Música Valentim Moreira de Sá e do maestro Pedro Neves.<br />
Galeria #1, entrada livre.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h6>/10 março</h6>
<h6>15h conferência <strong>Julia Robinson</strong></h6>
<p>Julia Robinson é Professora Assistente no Departamente de História de Arte da Universidade de Nova Iorque. Foi curadora de <em>John Cage &amp; Experimental Art: The Anarchy of Silence</em> uma exposição retrospectiva de Cage em que se traçou o seu impacto na arte do século XX, que inaugurou no MACBA em Barcelona no final de 2009 e que percorreu outras cidades europeias durante 2010. Em 2010 foi curadora de <em>New Realisms: 1957-1962: Object Strategies between Readymade and Spectacle</em>, no MNCA Reina Sofia, Madrid. Recentemente Robinson editou um novo volume de escritos sobre John Cage para os October Files da revista October e que foi publicado pela MIT Press em 2011.</p>
<h6>16h performance <strong>Margaret Leng Tan</strong></h6>
<p><em><strong>The Art of Toy Piano</strong></em> &#8211; Obras de John Cage, Phyllis Chen, Philip Glass, Erik Griswold James Joslin, John Kennedy, Stephen Montague, António Pinho Vargas e Naftali Schindler.</p>
<p>/<a title="Margaret Leng Tan" href="http://centroaaa.org/prog/MargaretLengTan_PT.pdf" target="_blank">programa disponível aqui</a></p>
<p>Margaret Leng Tan é um portento na cena avant-garde Americana e uma das intérpretes da música de John Cage mais proeminentes. Considerada pelo The New York Times como “a rainha do toy piano”, Tan tem elevado o humilde brinquedo ao estatuto de um verdadeiro instrumento. O seu minúsculo teatro-musical feito de nostalgia e humor tem encantado audiências por todo o mundo. Neste concerto, intitulado “The Art of Toy Piano”, Tan irá interpretar obras de John Cage e dos seus “filhos espirituais”, aqueles que se inspiram no seu espírito aventureiro na escrita de obras para toy piano e outros brinquedos.<br />
Website: <a title="Margaret Leng Tan" href="http://margaretlengtan.com/" target="_blank">www.margaretlengtan.com</a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h6>/11 março</h6>
<h6>17h conferência<strong> Tom Hannes</strong></h6>
<p>O performer belga Tom Hannes (1970) é Mestre em Literatura sobre a poética de John Cage e tem usado inúmeros textos de Cage em performances, nomeadamente <em>Empty Words</em>, <em>Chauncecleer</em>, <em>A Medieval Circus on the Canterbury Tales</em> e <em>Lecture on Nothing</em>. Hannes é um monge Zen e é escritor.</p>
<h6>18h performance <strong>Alison Knowles, Taketo Shimada</strong></h6>
<p>Alison Knowles é uma artista visual conhecida pelos seus trabalhos sonoros, instalações, performances, publicações, assim como pela sua associação ao Fluxus, o grupo experimental do qual foi membro fundador em 1962. Knowles era uma amiga muito próxima de John Cage e editou o seu livro Notations, publicado pela Something Else Press em 1969. O seu trabalho foi mostrado recentemente na Tate Modern em Londres and no MoMA em Nova Iorque, onde Knowles vive e trabalha.<br />
Website: <a title="Alison Knowles" href="http://www.aknowles.com/" target="_blank">www.aknowles.com</a></p>
<p>Taketo Shimada é músico e artista. Shimada cresceu em Tóquio e vive em Tockaway Beach em Nova Iorque. Shimada fundou o Messages com Tres Warren e o seu segundo LP pela Stijl records será lançado ainda em 2012.<br />
Website: <a title="Taketo Shimada" href="http://destijlrecs.com/076.html" target="_blank">www.http://destijlrecs.com</a>,<br />
Comissariado: <strong>Julia Robinson, João Simões e Christian Xatrec</strong></p>
<p>João Simões (n. 1971, Luanda, Angola) “Os trabalhos de Simões mostram-nos que a atitude mais comum é a de desconhecimento completo, isto é, a arte contemporânea não pergunta por aquilo que a concebe; ela não pergunta pelas coisas sem as quais ela mesma não existia. E é precisamente neste desconhecimento, na revelação deste desconhecimento, que os trabalhos de Simões alcançam uma incontornável pertinência. Sem dúvida, não é necessário indagar acerca da linguagem para se escrever livros, nem tão pouco indagar acerca de projectores e aparelhos de vídeo para se fazer obras de arte contemporânea. Mas a apresentação de um trabalho que nos revela a matéria como um inimigo material invisível, na concepção de uma obra, é um trabalho que assume um lugar muito próprio na arte contemporânea. Dir-se-ia, o lugar da matéria.” (Paulo José Miranda, 2004 em Da Matéria).<br />
Website: <a title="Joao Simoes" href="http://www.00351.org/" target="_blank">www.00351.org</a></p>
<p>Christian Xatrec vive e trabalha em Nova Iorque. A sua práctica artística pode ser melhor descrita como investigação teórica sem o constrangimento da ideia de produção como mercadoria. Xatrec é o director da Emily Harvey Foundation baseada em Nova Iorque &#8211; e também em Veneza &#8211; onde nos últimos 5 anos tem vindo a desenvolver um considerável e ambicioso programa artístico igualmente afastado dos ideais mercantis dos circuitos artísticos do mundo da arte.</p>
<p>Artistas convidados: <strong>Alison Knowles, Margaret Leng Tan, Taketo Shimada, Tom Hannes</strong></p>
<p>Obras de: <strong>John Cage, Andy Warhol, Henry Flynt, George Brecht, Buckminster Fuller, Simone Forti e Allan Kaprow</strong></p>
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		<title>Diz-lhes que não falarei nem que me matem /15, 16, 17 março</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 10:12:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Antes de ser o Portugal dos cravos, era o Portugal do silêncio, do medo, da escuridão, da luz estreita que rompia por entre as grades daqueles que “nada tinham a perder senão as suas cadeias, mas que tinham um mundo a ganhar”. Diz-lhes que não falarei nem que me matem é um testemunho autêntico do que é viver privado da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/MartaFreitas.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/MartaFreitas-150x150.jpg" alt="" title="MartaFreitas" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1439" /></a>Antes de ser o Portugal dos cravos, era o Portugal do silêncio, do medo, da escuridão, da luz estreita que rompia por entre as grades daqueles que “nada tinham a perder senão as suas cadeias, mas que tinham um mundo a ganhar”. Diz-lhes que não falarei nem que me matem é um testemunho autêntico do que é viver privado da liberdade, pela luta de um ideal. Como se foge à loucura? Como se sente saudades? Como se ama? Como se acredita? Como se sonha com o dia que acabou mesmo por chegar.</p>
<p></br><br />
<strong>Texto original e encenação:</strong><br />
Marta Freitas<br />
<strong>Criação:</strong><br />
Mundo Razoável<br />
<strong>Produção:</strong><br />
Mundo Razoável, CEC Guimarães 2012, Teatro Nacional São João, Bastidor Público</p>
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		<title>O amor é um franco-atirador /4 e 5 abril, 22h</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 10:08:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O amor é um franco-atirador é uma roleta russa de suicidas enamorados. O árbitro do jogo é uma Menina Ruiva de onze anos e há seis jogadores, como as seis balas do revólver: o Tímido, a Beleza, o Pugilista, a Rapariga do Campo, o D. Juan e a Stripper. Esta peça é um álbum de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/O-AMOR-É-UM-FRANCO-ATIRADOR.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/O-AMOR-É-UM-FRANCO-ATIRADOR-150x150.jpg" alt="" title="O AMOR É UM FRANCO-ATIRADOR" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1436" /></a><em>O amor é um franco-atirador</em> é uma roleta russa de suicidas enamorados. O árbitro do jogo é uma Menina Ruiva de onze anos e há seis jogadores, como as seis balas do revólver: o Tímido, a Beleza, o Pugilista, a Rapariga do Campo, o D. Juan e a Stripper. Esta peça é um álbum de biografias com confissões, canções, concursos de choro, beijos, combates de boxe, reconstruções de sonhos… Uma declaração de amor a todos os descrentes de amor.<br />
“O amor é um striptease, mas além de tirares a roupa, vais tirando os órgãos: o coração, o cérebro, o estômago. Eu não quero apaixonar-me nunca mais.” </p>
<p><strong>Preço:</strong> 5.00€</p>
<p><strong>Encenação:</strong> Manuel Tur<br />
<strong>Produção:</strong> A Turma, CEC Guimarães 2012</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pedro Bastos /fevereiro a outubro 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 03:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedro Bastos, nasce em Guimarães em 1980. Estudou Cinema e Teatro na Escola Superior Artística do Porto e Assistente de Câmara para Cinema na ECAM- Madrid. Em cinema trabalha como assistente de câmara e argumentista, tendo também realizado dois filmes experimentais “Voyeur Entretainment” e “Porto, Vou-me Embora” – filmes pertencentes a uma trilogia que nunca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/02/pedrobastos1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1417" title="pedrobastos" alt="" src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/02/pedrobastos1-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Pedro Bastos, nasce em Guimarães em 1980. Estudou Cinema e Teatro na Escola Superior Artística do Porto e Assistente de Câmara para Cinema na ECAM- Madrid.<br />
Em cinema trabalha como assistente de câmara e argumentista, tendo também realizado dois filmes experimentais “Voyeur Entretainment” e “Porto, Vou-me Embora” – filmes pertencentes a uma trilogia que nunca conseguiu terminar.<br />
Participou ainda como actor canastrão em algumas curtas-metragens.<br />
Tem desenvolvido paralelamente trabalhos nas artes plásticas e colabora com o Projecto Xata, na escrita de textos dramatúrgicos.</p>
<p><strong>Lista de materiais</strong><br />
50 litros de tinta plástica branca<br />
25 litros de tinta plástica preta<br />
15 litros de amarelo – tinta esmalte brilhante<br />
15 litros de azul (ciano)- tinta esmalte brilhante<br />
15 litros de vermelho (magenta) – tinta esmalte brilhante<br />
15 litros de preto – tinta esmalte brilhante<br />
15 litro de branco – tinta esmalte brilhante<br />
<em>Estes são os meus princípios, mas se não gostar tenho outros</em> – Groucho Marx</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;The Low Ride Pleasure&#8221;, Pedro Magalhães /17-29 fevereiro</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:45:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pedro Magalhães (1975), vive e trabalha na cidade do Porto. A sua prática artística é maioritariamente fotográfica, com uma aproximação serial a cada tema. O trabalho que apresenta surge na sequência de pesquisas em torno de actividades amadoras. Na exposição The Low Ride Pleasure Pedro Magalhães entra no universo do car tuning em Portugal, uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/02/ProgPedroMagalhaes.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/02/ProgPedroMagalhaes-150x150.jpg" alt="" title="ProgPedroMagalhaes" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1369" /></a><br />
Pedro Magalhães (1975), vive e trabalha na cidade do Porto.<br />
A sua prática artística é maioritariamente fotográfica, com uma aproximação serial a cada tema.<br />
O trabalho que apresenta surge na sequência de pesquisas em torno de actividades amadoras.</p>
<p>Na exposição <em>The Low Ride Pleasure</em> Pedro Magalhães entra no universo do car tuning em Portugal, uma actividade considerada ilegal neste país.<br />
A cultura tuning está associada a questões de identidade, podendo ser lida como uma extensão estética do indivíduo e da sua personalidade através de um conjunto de alterações que vão desde o interior até o exterior do carro, imprimindo neste objecto as idiossincrasias do seu proprietário. Todos os extras escolhidos irão permitir que o carro tenha um comportamento e aspecto diferentes, tornando algo que é produzido em série em algo exclusivo, através de um processo &#8220;faça você mesmo&#8221; como se de uma engenharia vernacular se tratasse.<br />
As concentrações tuning retratadas nesta série são espaços de desafio de limites e de excentricidade, em regra deslocados dos grandes centros urbanos, onde uma subcultura exibe estéticas e gostos que extrapolam os padrões de escolha e preferência predominantes, pondo em evidência o resultado de uma lapidação pessoal de um objecto na procura incessante de uma superação do banal e da afirmação carismática.</p>
<p>Das suas exposições individuais, contam-se <em>The Low Ride Pleasure</em>, Galeria Nuno Centeno, Porto, 2011; <em>Fake memoirs</em> Galeria Nuno Centeno, Porto, 2011; <em>lutz-ritberg-eueler-salchow</em>, Galeria Reflexus, Porto, 2009; <em>Belo Abismo</em> Certa Falta de Coerência, Porto, 2008;  e as exposições de grupo <em>P’s Correspondence</em> (Comissariado por Luiza Teixeira de Freitas e Thom O’Nions), Selma Feriani Gallery, Londres, 2012; <em>Private Lives</em> (Comissariado por Filipa Valadares), Centro Cultural de Cascais, 2010; <em>Está a morrer e não quer ver</em>, Espaço Campanhã, Porto (Comissariado por José Maia).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>James Elkins /15 fevereiro, 18h</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 13:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Arquivar Cidades: Documento, Ciência, Autoria Conversa com James Elkins James Elkins, um dos grandes pensadores da imagem do nosso tempo, vem a Guimarães conversar sobre Arquivar Cidades &#8211; Documento, Ciência, Autoria. Uma iniciativa conjunta do Instituto de História da Arte (Linha Teoria da Arte e Práticas em História da Arte) da Faculdade de Ciências Sociais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/01/ProgramJamesElkins.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/01/ProgramJamesElkins-150x150.jpg" alt="" title="Basic RGB" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1280" /></a><br />
<h6>Arquivar Cidades: Documento, Ciência, Autoria<br />
Conversa com James Elkins</h6>
<p>James Elkins, um dos grandes pensadores da imagem do nosso tempo, vem a Guimarães conversar sobre Arquivar Cidades &#8211; Documento, Ciência, Autoria. Uma iniciativa conjunta do Instituto de História da Arte (Linha Teoria da Arte e Práticas em História da Arte) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e da Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura &#8211; Reimaginar Guimarães.<br />
Arquivar Cidades: Documento, Ciência, Autoria é o ponto de partida para uma conversa informal com James Elkins. Ao longo de uma hora e meia, as palavras andam à volta das questões que os Arquivos Fotográficos levantam: como se arquiva uma cidade em imagens, o que é uma imagem de arquivo, quais as fronteiras entre imagem-documento e imagem artística, que conhecimento nos pode dar uma imagem, o que é uma imagem fotográfica. </p>
<p>James Elkins (n. 1955), professor na Escola do Art Institute of Chicago, é autor de uma vasta bibliografia no campo da História da Arte e dos Visual Studies que tem por um lado focado uma reflexão sobre a prática historiográfica e por outro tentado prestar atenção a temas que são habitualmente ignorados ou considerados incómodos por essa prática. É autor de livros como The Poetics of Perspective (1994), Our Beautiful, Dry, and Distant Texts (2000), Pictures and Tears (2001), On the Strange Place of Religion in Contemporary Art (2004), Master Narratives and their Discontents (2005), e acaba de publicar What Photography Is (2011) Organizou também os sete volumes de The Art Seminar (2005-2008) que incluem Art History vs. Aesthetics, Photography Theory ou Is Art History Global?, e os encontros do Stone Summer Theory Institute, em Chicago. A sistemática e cirúrgica análise da escrita sobre arte, corroborada neste último livro com o diálogo encetado com A Câmara Clara de Roland Barthes, permite inscrever grande parte da sua obra num campo de meta-história da arte e meta-teoria da arte.</p>
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		<title>&#8220;A collection of landscapes: selected works 2005-2011&#8243;, Carlos Lobo /3 fevereiro a 4 março</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 11:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Inauguração 3 fevereiro, 22h Não é uma retrospectiva. Não é tão-pouco um ponto da situação. Podemos interpretar esta exposição como se o fotógrafo realizasse uma espécie de comissariado sobre o seu próprio trabalho, tendo como ponto unificador a ideia de paisagem (landscape). Nesta exposição serão apresentados trabalhos iniciados em 2005 com a série Interior, realizada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/01/ExpSmallLobo1.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/01/ExpSmallLobo1.jpg" alt="" title="ExpSmallLobo" width="150" height="119" class="alignleft size-full wp-image-1209" /></a><br />
<strong>Inauguração 3 fevereiro, 22h</strong></p>
<p>Não é uma retrospectiva. Não é tão-pouco um ponto da situação. Podemos interpretar esta exposição como se o fotógrafo realizasse uma espécie de comissariado sobre o seu próprio trabalho, tendo como ponto unificador a ideia de paisagem (landscape).<br />
Nesta exposição serão apresentados trabalhos iniciados em 2005 com a série Interior, realizada na Fundação Calouste Gulbenkian e nunca antes exposta fora desta instituição,<br />
passando ainda pela série Imaginary film sets, comissariada em 2007 para apresentação na Solar, Galeria de Arte Cinemática em Vila de Conde, até à série Still There, realizada no Líbano a propósito do BES Photo 2011, terminando por fim nas imagens mais recentes, realizadas em 2011 no Japão.<br />
A exposição A collection of landscapes é uma oportunidade para perceber os pontos em comum e as idiossincrasias da fotografia no trabalho do autor na sua abordagem ao registo documental do real.</p>
<p><a href="http://www.carloslobo.net" title="Carlos Lobo" target="_blank">www.carloslobo.net</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cosmos /10 março – 7 abril (galeria #4)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 15:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caaa</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquivo 2012 - jan / fev / mar]]></category>

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		<description><![CDATA[Horário: todos os dias, das 14h30 às 19h30 Os desenhos apresentados são parte do processo de trabalho de construção da peça Cosmos, de Lautaro Vilo. Constituem um storyboard, desafio de resposta imagética ao universo proposto pelo autor. Cosmos de Lautaro Vilo / Teatro Oficina Catarina Felgueiras (1976, Porto) É Licenciada em Artes Plásticas/Escultura pela F.B.A.U.P [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgCosmos.jpg"><img src="http://www.centroaaa.org/wp-content/uploads/2012/03/ProgCosmos-150x150.jpg" alt="" title="ProgCosmos" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1456" /></a><br />
<strong>Horário:</strong> todos os dias, das 14h30 às 19h30</p>
<p><em>Os desenhos apresentados são parte do processo de trabalho de construção da peça Cosmos, de Lautaro Vilo. Constituem um storyboard, desafio de resposta imagética ao universo proposto pelo autor.</em></p>
<p><a href="http://www.ccvf.pt/conteudo.php?id=19&#038;cat=4&#038;prog=all&#038;on=false&#038;ano=&#038;evento=2886&#038;s=" title="Cosmos" target="_blank">Cosmos de Lautaro Vilo / Teatro Oficina</a><br />
</br><br />
</br><br />
<strong>Catarina Felgueiras (1976, Porto)</strong><br />
É Licenciada em Artes Plásticas/Escultura pela F.B.A.U.P e professora de Artes Visuais.<br />
Tem desenvolvido o seu trabalho em áreas distintas como as Artes Plásticas, o Design Gráfico e o Teatro.<br />
Entre 1999 e 2006 participou em várias exposições colectivas a destacar: <em>EU-TU-TUDO-TODOS</em>, Galeria Canvas, Porto; <em>Arritmia – As inibições e os prolongamentos do Humano</em>, Mercado Ferreira Borges, Porto; <em>Pontos de Contacto</em> (colaboração com Nuno Ramalho), Porto; <em>Vias de Extinção</em> – Museu da Água, Lisboa; <em>Pequeno Oceano</em>, Projecto Linha Imaginária, Espaço ACBEU, Salvador da Bahia, Brasil;<em> I like it here, can I stay?</em>, ZDB, Lisboa; <em>Ask me why and I’ll die&#8230;</em>, espaço Maus Hábitos, Porto; <em>Penso Voltar</em>, Centro Cultural Emmerico Nunes, Sines; <em>Falar Das Coisas Como Elas São</em>, Espaço Olímpico, Porto; <em>Vice Versa: Eixo Brasília / Linha Imaginária</em>, Brasília, Brasil; <em>Extensão do Olhar, uma antologia visual da fotografia portuguesa contemporânea</em>, CAV, Coimbra &#8211; colecção da Fundação PLMJ; <em>Lengua Romance</em>, Harto espacio, Montevideo, Uruguai &#8211; em colaboração com Alexandre Osório; <em>Busca Pólos</em>, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães (vídeo “ A Viagem”, realizado com Pedro Lima). Realizou em 2004 as exposições individuais <em>Ensaio Geral</em> (PêssegoPráSemana, Porto) e S/ Título (<em>There’s no business like show business</em>) &#8211; Project Room (Centro de Artes Visuais, Coimbra). Participou no mesmo ano, nos Quadros de Dança (N.E.C), <em>A Cidade em Negativo</em>, Porto e na performance “40 Espontâneos” de La Ribot, com apresentação no TECA,(<em>Dancem’04</em>). Em 2007 realizou, com Miguel Cabral, a encenação e concepção plástica da peça “O Ladrão de Sapatos” a partir de <em>Dois Perdidos Numa Noite Suja</em>, de Plínio Marcos (MariaVaiComAsOutras, Porto). Em 2008 realizou com Susete Rebelo, a intervenção <em>“Está cá alguém?”</em>, no espaço do Teatro Carlos Alberto (“30 por noite”). Realizou,com Ana Luena, a instalação “Espreita” de homenagem a José Cayolla (FITEI, espaço Servartes) e foi assistente de figurinos na peça “As Criadas”, de João Garcia Miguel.  Em 2009/10 esteve responsável pelo design gráfico da Companhia Teatro Bruto. Nesta área tem realizado trabalhos para cinema (Jorge Quintela , <em>On the road to Femina</em> &#8211; Legendary Tiger Man) e teatro (companhia Palmilha Dentada, Marca Branca, entre outras). </p>
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